Categoria: Amamentação

  • O que fazer quando o bebê recusa o peito ou a mamadeira

    O que fazer quando o bebê recusa o peito ou a mamadeira

    Já ouvi muitos relatos de mães desesperadas ao verem seus bebês recusando tanto o peito quanto a mamadeira. Sei que esse momento traz insegurança, ansiedade e dezenas de dúvidas sobre o que está acontecendo, aconteceu comigo, aconteceu com amigas e acontece com qualquer família. Por isso, quero dividir com você um pouco do que aprendi sobre esse tema, ponto a ponto, trazendo orientações sensíveis, confiáveis e livres de julgamentos. Vou mostrar não só como lidar na prática, mas também tranquilizar seu coração, porque, acima de tudo, você e seu filho merecem esse olhar de acolhimento que sempre defendo aqui no Mil Dicas de Mãe.

    Por que o bebê pode recusar peito ou mamadeira?

    Antes de tudo, quero deixar claro: recusar o peito ou a mamadeira não significa que você está fazendo algo errado. Essa é uma situação comum e pode ter diversas causas. Entre as mais frequentes que já observei, estão:

    • Fases de desenvolvimento: saltos de crescimento, picos de desenvolvimento e ansiedade de separação podem se refletir em mudanças no apetite ou na vontade de sugar.
    • Desconforto físico: nariz entupido, gengivas inflamadas (por causa dos primeiros dentinhos), refluxo ou dor de ouvido.
    • Saciedade ou distração: bebês mais curiosos podem perder o interesse ao redor dos 4-6 meses, prestando mais atenção no ambiente do que na mamada.
    • Mudanças na rotina ou introdução de outros alimentos: alterações de horário, volta ao trabalho da mãe ou a introdução da alimentação complementar podem gerar recusa temporária.
    • Associação negativa: experiências desagradáveis ou forçadas na mamada.

    De qualquer forma, quero reforçar que, se a situação se prolongar, é importante sempre buscar orientação do pediatra. Mas, em boa parte dos casos, a recusa é passageira e pode ser superada com algumas estratégias.

    O que fazer quando o bebê recusa o peito?

    Já vi mães entrando em desespero à primeira recusa, mas com pequenos ajustes e acolhimento, a chance de retornar à amamentação é grande. Compartilho algumas dicas que funcionaram comigo e com muitas leitoras do Mil Dicas de Mãe:

    • Fique calma e acolha o bebê. Nem sempre o motivo é fome! Pode ser sono, carinho, ou desconforto momentâneo.
    • Tente oferecer o peito em locais silenciosos e com pouca luz, reduzindo estímulos externos.
    • Observe sinais de fome e ofereça o peito antes de o bebê ficar muito irritado.
    • Troque de posições: às vezes, só mudar o jeito de segurar já altera tudo. No guia de amamentação do Mil Dicas de Mãe, trago diferentes formas de posicionamento do bebê.
    • Cheque se há fatores físicos, como nariz entupido. Se necessário, converse com o pediatra.
    • Evite insistir quando o bebê está chorando muito. Espere acalmá-lo antes de tentar novamente.

    O Ministério da Saúde explica que o leite materno é o melhor alimento e deve ser oferecido até os dois anos ou mais, priorizando a amamentação exclusiva nos primeiros seis meses. Quando a recusa acontece no início da introdução alimentar, vale checar se a alimentação complementar não está sendo oferecida cedo demais ou de forma inadequada (dados do Ministério da Saúde mostram que isso pode atrapalhar a absorção de nutrientes).

    Mãe oferecendo o peito ao bebê em um quarto silencioso

    O que fazer se o bebê recusa a mamadeira?

    Muitas vezes, a recusa da mamadeira é um sinal de que o bebê prefere o peito ou ainda não se acostumou ao novo bico. Essa adaptação pode levar tempo, e, na minha experiência, não existe fórmula mágica, mas algumas atitudes ajudam:

    • Peça para outra pessoa oferecer a mamadeira, especialmente se você estiver por perto (bebês sentem o cheiro do leite materno!).
    • Tente diferentes temperaturas do leite.
    • Varie os tipos e formatos de bico, sempre priorizando os que mais se assemelham ao seio materno.
    • Ofereça a mamadeira em horários mais tranquilos, sem pressa.
    • Respeite a recusa do bebê por alguns minutos antes de tentar de novo, sem forçar.

    Todo bebê tem seu tempo para se adaptar a novas formas de alimentação.

    Li e vivi relatos de mães que enfrentaram esse impasse durante a volta ao trabalho, no desmame ou mesmo em situações temporárias. Aqui no Mil Dicas de Mãe, compartilhamos um conteúdo sobre desmame sem traumas, que pode ajudar caso esse seja o seu cenário.

    Como estimular o bebê a mamar?

    O estímulo à sucção é um processo delicado, especialmente se houve recusa anterior ou trauma na mamada. Baseando-me nas minhas experiências e em orientações de profissionais, separei dicas práticas:

    • Amamente em livre demanda: não espere horários fixos. Veja os sinais de fome e siga o ritmo do bebê.
    • Crie um ambiente aconchegante e calmo durante as mamadas.
    • Fale, cante ou acaricie o bebê: o contato físico ajuda a relaxar e favorece a pega.
    • No caso da mamadeira, simule movimentos semelhantes ao da amamentação, sem inclinar demais.
    • Evite distratores e respeite pausas naturais no processo: alguns bebês só precisam de um respiro para retomarem a pegada!

    No artigo como estimular o bebê a mamar, detalhei muitas outras estratégias sensíveis para diferentes faixas etárias e cenários. O importante é favorecer o vínculo e o conforto do bebê acima de tudo.

    Não se esqueça: segundo o Instituto Nacional de Câncer, amamentar não é só nutrição, é também proteção para mãe e bebê, reduzindo riscos de doenças futuras. (INCA destaca a importância).

    Bebê deitado com brinquedos ao redor recusando a mamadeira

    Quando procurar um pediatra?

    Nem sempre a recusa é motivo para alarde, mas existe sim um limite para tentativas em casa. Busque o pediatra imediatamente caso o bebê apresente sinais de desidratação, perda de peso, letargia ou recusa alimentar persistente por mais de 24-48 horas. Outros sinais de alerta incluem vômito frequente, febre e apatia. Prefiro sempre pecar pelo excesso de cuidado, e encorajo toda mãe a seguir o mesmo instinto.

    Se você sente dúvida sobre sinais de fome, ganho de peso ou aspectos gerais da alimentação, recomendo a leitura sobre como identificar se o bebê está com fome e se aprofundar nos detalhes.

    O que não fazer em caso de recusa

    Convivendo com tantos relatos, noto alguns erros frequentes que podem intensificar a recusa. Então, quero chamar atenção para atitudes que devem ser evitadas:

    • Não force a mamada ou tente alimentar enquanto o bebê chora. O resultado costuma ser mais rejeição.
    • Evite mudar bruscamente a alimentação ou introduzir novos alimentos antes do tempo recomendado (dados do Ministério da Saúde reforçam esse cuidado).
    • Não culpe seu leite materno, nem caia na ideia de leite “fraco”, todos os leites maternos são adequados para o bebê, como reforça o Ministério da Saúde.
    • Evite comparações: cada bebê é único e tem seu próprio ritmo de adaptação.

    Dicas para lidar com a ansiedade materna

    Só quem passa por um bebê que recusa o seio ou a mamadeira sabe o quanto isso desgasta emocionalmente. Por isso, reforço: cuide de você também! Procure momentos de respiro, converse com outras mães, busque apoio de familiares, e sempre que possível, leia relatos reais como os que compartilho aqui no Mil Dicas de Mãe. Parentalidade se constrói com informação, empatia e rede de apoio.

    Se o sono do bebê também está instável, você pode se beneficiar de conteúdos como como lidar com dificuldades para dormir.

    Você não está sozinha nessa jornada. Milhares de mães passam pelas mesmas dúvidas.

    Conclusão: Confie no seu cuidado e busque informação acolhedora

    Se você percebeu que o bebê entrou em uma fase de recusa, lembre que há caminhos possíveis de superar essa situação e que muitas vezes ela é temporária. O carinho, a paciência, a escuta e a procura por referências confiáveis fazem toda a diferença. Se acha que precisa de apoio extra, continue acompanhando as dicas aqui do Mil Dicas de Mãe. Nosso site existe para acolher, orientar e inspirar mães e famílias a encontrarem soluções reais e possíveis para o dia a dia com bebês e crianças pequenas. Experimente novos conteúdos, cuide de você e de seu bebê com leveza, juntos, vamos mais longe!

    Perguntas frequentes sobre recusa do peito e da mamadeira

    O que fazer se o bebê recusa o peito?

    Se o bebê recusa o peito, procure oferecer em um ambiente tranquilo, observe sinais de fome e tente posições diferentes. Evite forçar. Se a recusa durar mais de um dia ou vier acompanhada de sinais de desidratação ou mal-estar, procure o pediatra.

    Por que o bebê rejeita a mamadeira?

    A rejeição pode estar ligada à preferência pelo seio, ao tipo de bico, à temperatura do leite ou à associação emocional com a mamadeira. Testar diferentes horários, pessoas, e formatos pode ajudar nessa adaptação.

    Como estimular o bebê a mamar?

    Estimule oferecendo o peito em livre demanda, mantendo calma e aconchego. Reduza distrações e incentive pequenas interações carinhosas durante a mamada. No caso da mamadeira, use bicos semelhantes ao peito e respeite as pausas do bebê.

    Quando procurar um pediatra?

    Procure pediatra se o bebê recusar alimentação por mais de 24 a 48 horas, apresentar desidratação, perda de peso, vômitos, febre persistente, apatia ou outros sintomas preocupantes.

    Quais os sinais de fome no bebê?

    Entre os principais sinais estão: levar mãos à boca, procurar o peito/bico, movimentos de sucção, irritação leve e inquietação. Quando esses sinais aparecem, é hora de oferecer o alimento.

  • O que fazer quando o bebê dorme no peito?

    O que fazer quando o bebê dorme no peito?

     

    O seu bebê dorme no peito? Sabia que isso é bem comum de acontecer com os bebês? Ainda mais com os recém-nascidos. 

    Os bebês costumam dormir facilmente quando estão confortáveis e aconchegados, principalmente quando estão no aconchego do colo da mamãe. 

    Muitos bebês dormem no peito, porém, algumas vezes isso pode assustar os pais, os de primeira viagem principalmente. 

    Hoje, vamos te ajudar a entender mais se faz mal o bebê dormir no peito e te orientar sobre o que fazer quando o bebê dorme no peito. Venha com a gente!

    Veja mais: Benefícios da amamentação para a mãe e o bebê: 5 Dicas!

    bebê dorme no peito
    Bebê dormindo tranquilo no berço. Foto: Canva.

    Considerações gerais sobre o bebê dormir no peito

    Quem já deu de mamar deve conhecer a comum cena: coloca o bebê no peito, ele mama, depois, aos poucos, ele vai adormecendo até dormir de vez. 

    Isso é bem comum de acontecer, principalmente com os bebês recém-nascidos, eles dormem bastante e quase sempre dormem quando estão sendo amamentados. 

    Sabia que isso pode gerar alguns probleminhas? Claro, só se o bebê for deixado no seio da mãe. 

    A amamentação é um momento lindo, é o momento no qual uma mãe e o seu bebê criam conexões por meio de um ato tão significativo. 

    É o momento no qual o bebê será alimentado por aquela mãe, é lindo, é um momento em que percebemos toda a força que as mães possuem. 

    Porém, não é fácil amamentar, muitos problemas podem surgir durante esse momento. O bebê não pega o peito direito, ou a mãe sente muitas dores, muitas coisas podem acontecer. 

    Assim, alguns problemas que surgem são bem fáceis de resolver, outros não e outros probleminhas podem trazer dúvidas para os pais.

    Na hora da amamentação, é comum que o bebê durma, desde os bebês recém-nascidos, até os bebês mais velhos, é comum que isso ocorra. 

    Os bebês vão se sentir aconchegados junto da mãe, vão se sentir bem, saciados e vão relaxar o suficiente para conseguir dormir. 

    Porém, em casos específicos, pode fazer mal o bebê dormir no peito.

    É preciso estar atento a isso, muitas vezes, os bebês podem dormir por não conseguirem mamar, então a pega do seio tem que ser revista, ela pode não está dando certo. 

    Também temos que ter cuidados com o bebê dormindo no peito, ele pode se engasgar com o leite, o que pode ser perigoso, esse engasgo pode causar sufocamentos.  

    Porém, você pode ficar calma, se o seu bebê dorme no peito, o ideal é conversar com o pediatra para saber como agir para manter a segurança do bebê, ok?

    Leia também: Dicas de Amamentação: Confira 11 curiosidades sobre o leite materno

    O que fazer quando o bebê dorme no peito? 

    O seu bebê dorme no peito? Isso é bem comum de acontecer, não é mesmo? Afinal, eles são bebês, estão aconchegados na mãe, é normal que sintam relaxados. 

    Porém, deixar o bebê dormir enquanto mama pode ser perigoso para ele. Apesar de ser fofinho ver o bebê mamando até dormir, essa atitude pode trazer riscos à saúde do seu pequeno. 

    Entretanto, como já dissemos, é normal que o bebê durma enquanto mama, isso acontece com quase todos os bebês. 

    Por mais que as mamães tentem evitar, nem sempre elas vão conseguir deixar o filho acordado. 

    Então, quando acontecer de o seu bebê dormir enquanto mama, você deverá agir com calma, tentando fazê-lo arrotar, pois isso é importante para evitar gases. Nesse momento, aja com calma e tranquilidade.

    O bebê pode se assustar facilmente, então, qualquer movimento brusco poderá acordá-lo, e aí começa a sessão de choro. 

    Assim sendo, evite agitação nesses momentos e não deixe o bebê tempo demais no peito, tenha cuidado e transfira-o com calma para o local onde ele costuma dormir. 

    A seguir, descrevemos mais alguns pontos que podem te ajudar. Lembrando que estas dicas não devem substituir a orientação do pediatra. Elas são meramente informativas!

    bebê dorme no peito
    Bebê dormindo na cobertinha. Foto: Canva.

    1. Antes de tudo, vamos falar do arroto

    Nem sempre o bebê vai precisar arrotar depois de mamar, e isso é algo que preocupa quando o bebê dorme no peito.

    Para saber se o seu bebê precisa sempre arrotar, converse com o pediatra. Ele poderá te ajudar a entender se é necessário provocar o arroto na criança, mesmo quando ela dorme em seu peito.

    É muito importante que você converse com o médico sobre esse assunto. Como cada bebê é único, essa informação pode variar de caso a caso. Lembrando, ainda, que a falta de arroto pode ser negativa para o bebê, por isso, converse com o pediatra!

    2. Manter a calma e fazer o bebê arrotar

    O passo mais importante para quando o bebê dorme no peito é manter a calma, nada de agitação. 

    A mamãe pode ficar assustada vendo o bebê dormindo no peito, ela pode acabar se agitando e isso pode acordar o bebê. 

    Então, o primeiro passo para quando você notar que seu bebê dormiu no peito é ficar calma. 

    Assim sendo, vá tirando o bebê aos poucos do peito, deixe ele estar bem calminho e só depois leve-o para o berço ou o local onde ele dorme comumente. 

    Em alguns casos, você pode apoiar o bebê com calma no seu ombro e fazê-lo arrotar suavemente, com cuidado para não acordá-lo. 

    Veja mais: Como usufrui dos benefícios da amamentação sem amamentar

    3. Esperar o bebê relaxar totalmente

    Quando o bebê dorme mamando, ele precisa de um tempinho para relaxar totalmente.

    Se você levar o seu bebê diretamente para outro local ele pode se assustar com a agitação, desse susto pode vir o choro e um incômodo grande para o bebê. É melhor evitar isso, não é mesmo? 

    Para evitar o caos que é um bebê chorando por ter sido acordado, espere-o relaxar totalmente. 

    É melhor esperar que o seu bebê esteja tranquilo, que já tenha pegado bem no sono, só depois disso você leva ele para dormir no lugar certo. 

    Assim, esperar o bebê relaxar totalmente pode contribuir bem para que ele tenha um soninho gostoso e não se acorde facilmente. 

    É nesse momento que você aproveita também para relaxar, afinal, para quê coisa melhor do que dormir com um bebê fofinho do lado.

    4. Utilizar técnicas de transferência suave

    Quando um bebê dorme no peito, é bem comum que as mães não querem tirar ele dali, para evitar que o bebê acorde. 

    Muitas vezes, aquela é a primeira vez que o bebê tem dormido no dia e também é a chance da mãe de relaxar também. 

    Então, é normal que as mães não queiram sair daquela posição, porém já te contamos que não é legal que o bebê durma no peito, é melhor evitar. 

    Por isso, você poderá utilizar técnicas de transferência suave para levar seu bebê do local onde vocês estão para outro. 

    Assim sendo, a primeira coisa a se fazer é com calma tirar o bebê do peito, para que ele não acorde e se agite. 

    Depois, com calma, vá se levantando de onde vocês estão, atente-se aos obstáculos que podem surgir. 

    Ande devagar até o berço, redinha ou ninho do seu bebê e coloque-o suavemente lá para descansar. 

    Assim o seu bebê vai dormir tranquilo e sem agitações. Se possível peça ajuda de alguém que esteja com você para que o bebê seja transferido tranquilamente. 

    Veja mais: Mitos sobre a amamentação: 7 Mitos que você precisa saber!

    bebê dorme no peito
    Bebê dormindo com ursinho. Foto: Canva.

    5. Colocar o bebê no berço com cuidado

    Colocar o bebê no berço com cuidado é essencial, lembre-se que o bebê é sensível e qualquer agitação pode acordá-lo. 

    Então, depois de levantar calmamente, coloque-o com calma e cuidado no bercinho, para que ele não acorde ou se machuque. 

    Os bebês devem ser levados sempre para dormir em um local confortável, para que ele fique mais à vontade e para que você não fique exausta por ter que segurar o bebezinho dormindo por horas em seus braços. 

    Assim sendo, quando o bebê dormir no peito, faça tudo com calma, inclusive colocá-lo com calma e cuidado no berço ou no outro local onde ele durma. 

    6. Manter o ambiente tranquilo

    Um ambiente tranquilo também é muito importante para que o bebê durma bem e sem ser acordado. 

    Claro, nem sempre é possível manter um ambiente tranquilo e silencioso, os barulhos externos sempre atrapalham muito. 

    Carros, buzinas, músicas, pessoas falando, tudo isso pode incomodar o sono do seu bebê, porém não há muito a se fazer sobre isso. 

    O importante é que o quartinho do bebê e sua casa estejam silenciosos, sem altos barulhos para que seu bebê durma bem. 

    Assim sendo, evite agitação dentro de casa quando o bebê estiver dormindo depois de mamar, tente manter a casa o mais tranquila possível. 

    7. Garantir que o bebê esteja confortável e seguro

    Conforto e segurança são essenciais para quando o bebê for ser transferido do seio da mãe para o berço. 

    É interessante verificar se está tudo seguro, se o berço, rede, ninho estejam prontos para receber o bebê.  Você deve colocar o bebê em uma posição segura, de barriga para cima e com a cabeça lateralizada, para que ele não se engasgue se tiver refluxo.

    O ambiente também deve estar confortável, sem acessórios que atrapalhem o sono do bebê ou ofereçam perigo para ele. 

    Verifique se o quarto do bebê está em uma temperatura adequada para que ele descanse bem. 

    Portanto, preze sempre pelo bem-estar do bebê, garanta que ele durma em um local confortável e livre de riscos para a segurança dele. 

    É importante considerar que o bebê pode precisar arrotar, nesses casos, converse com o pediatra para saber como agir quando o bebê dormir no peito.

    Leia também: Top 10 Blogs sobre amamentação do Brasil

    bebê dorme no peito
    Mãe segurando seu bebê que dorme. Foto: Canva.

    8. Buscar orientação se necessário 

    Sempre que maiores dúvidas surgirem sobre quando o bebê dorme no peito, recomendamos que você busque ajuda de um profissional. 

    Ter orientação nesses momentos é muito importante. Você pode procurar um pediatra ou um profissional de amamentação para te orientar. 

    Buscar ajuda não é sinal de fraqueza e também não quer dizer que você não é uma boa mãe. Significa que você se preocupa com o bem-estar do seu filho acima de tudo e isso é bom. 

    Portanto, busque orientação sempre que necessário, sempre que dúvidas surgirem sobre o seu bebê dormindo enquanto mama. 

    O bebê pode ou não dormir no peito?

    Essa é uma questão que varia de caso para caso. Por isso, converse com o pediatra do seu filho para saber se o seu filho pode ou não dormir no seu peito. Cada caso é único, e apenas um profissional capacitado poderá te responder com clareza.

    Esperamos que o artigo de hoje tenha sido útil para o dia a dia com o seu bebê. Até mais!

    Veja agora:

  • Como saber se o bebê está saciado?

    Como saber se o bebê está saciado?

    Saber se o bebê está saciado pode ser difícil, ainda mais para as mamães de primeira viagem. 

    Porém, os bebês dão sinais bem claros de que já se alimentaram o suficiente por ora, por mais que eles não falem ainda, eles são ótimos nos sinais. 

    É comum que os papais e mamães não consigam identificar os sinais de saciação de primeira, isso é normal. 

    Por isso, separamos alguns desses sinais para que você saiba se o seu bebê está mesmo saciado. Vamos falar também sobre o que fazer quando o bebê não mama suficiente, para que você fique por dentro do assunto. Vamos lá!

    Leia também: Como usufrui dos benefícios da amamentação sem amamentar

    saber se o bebê está saciado
    Mãe segurando bebê no colo enquanto ele mama. Foto: Canva.

    Sinais de que o bebê está saciado

    Os bebês não se comunicam verbalmente como as crianças maiores ou adultos, mas eles sempre apresentam sinais quando algo os incomoda. 

    Um dos sinais mais comuns que os bebês apresentam é o choro, eles choram por muitas coisas. Choram para avisar que estão com fome, com calor ou que algo está incomodando. Isso é bem normal! 

    Porém, muitas mamães e papais se assustam com o excesso de choro, mas isso é comum, seu filho está se comunicando.

    Assim, os bebês podem chorar como forma de comunicação com os pais, mas eles também podem sinalizar algo de outras maneiras. 

    Para identificar sinais e saber se o bebê está saciado depois de um tempo mamando, é preciso se atentar a alguns detalhes. 

    Quanto mais observamos os bebês, mais conhecemos eles, mais aprendemos sobre suas manias e seu jeitinho. 

    Alguns bebês choram quando estão com fome, outros não, alguns bebês só largam o seio da mãe quando estão saciados, outros podem chorar para parar de mamar. 

    Assim, é importante ter em mente que cada bebê é único e para entender os sinais que eles apresentam é interessante observá-los. 

    Entretanto, alguns sinais de que o bebê está saciado são bem claros, bem perceptíveis e podem ser observados em vários bebês. 

    Veja abaixo esses sinais que separamos para que você aprenda melhor a identificar se o seu filho está realmente saciado. 

    Leia mais: 5 benefícios da amamentação para a mãe e o bebê

    1. Como saber se o bebê está saciado: Relaxamento

    Quando um bebê começa a mamar, ele pode ficar bem agitado e empolgado, algumas vezes ele até morde e machuca o seio da mãe. 

    É bem comum que no início da mamada o bebê fique ansioso, isso é normal. 

    À medida que ele vai mamando, vai ficando saciado, mais calmo e chega até um estado de relaxamento. 

    O tempo que o seu bebê vai passar mamando pode variar muito, quando estão com muita fome dura mais tempo, quando não estão tão famintos, dura menos. 

    Então, quando você notar que seu bebê está ficando bem relaxado, mamando mais devagar e querendo largar o seio da mãe, muito provavelmente ele está se saciando. 

    2. Sono

    Contribuindo com o que comentamos no tópico anterior, o bebê vai relaxando quando mama, à medida em que se sente saciado.

    Com esse relaxamento podemos observar sinais de sono. O bebê começa fechando os olhinhos, e pode não conseguir ficar com ele aberto por muito tempo. 

    Eles podem soltar o seio da mãe, bocejar, e espreguiçar, algumas vezes até voltam ao peito, não por fome, mas pela sensação de relaxamento que mamar proporciona. 

    Portanto, ao notar sinais de sono no bebê, é por que ele já deve estar ficando saciado. 

    Então, não tire ele do peito, pode assustá-lo, deixe que ele vá largado sozinho, aos poucos.

    saber se o bebê está saciado
    Bebê no colo da mãe enquanto mama. Foto: Canva.

    Veja também: Dicas de Amamentação: Confira 11 curiosidades sobre o leite materno

    3. Como saber se o bebê está saciado: Pausas na sucção

    Para saber se o bebê está saciado, você terá que prestar atenção. Porém, sabemos que muitas vezes as mamães estão tão cansadas que nem conseguem observar muito bem os sinais. 

    Entretanto, tem um sinal bem claro de que o bebê está saciado, quanto mais ele mama, mais vai matando a fome e com isso vai fazendo pausas durante a sucção. 

    A mamãe vai sentir essa pausas na sucção, elas indicam que o bebê está ficando satisfeito e que logo logo vão soltar o peito da mãe. 

    4. Expressão facial

    À medida em que o bebê vai mamando, ele vai ficando bem relaxado, como comentamos no tópico 1. 

    O bebê vai apresentando expressões faciais que indicam que ele está ficando cheio e que logo vai perder o interesse no peito. 

    Assim, essas expressões faciais podem indicar que a fome o bebê está passando e que ele vai largar o seio da mãe logo. 

    Essas expressões são os sorrisinhos, o rostinho relaxado e também expressões de satisfação. 

    Esses sinais podem ser bem fáceis de notar, mas mais uma vez ressaltamos que mesmo que você note os sinais, deixe que seu filho decida sozinho a hora que ele não quiser mais se alimentar, para que ele não se assuste ou chore quando você retirar o peito.

    5. Frequência das fraldas

    Quando um bebê está bem saciado e se alimentando bem, ele tem uma excelente frequência de troca de fraldas. 

    Um bebê saciado é um bebê que come bem, e quando ele come bem, ele troca mais fraldas. 

    Assim, para saber se o seu bebê está sendo saciado e se a alimentação está sendo suficiente para ele, observe quantas vezes é preciso trocar as fraldas dele. 

    Se você troca de 6 a 8 fraldas molhadas de xixi por dia e se o seu bebê evacua bem é por que ele está sendo bem alimentado, logo, ele está ficando saciado.

    Leia mais: Mitos sobre a amamentação: 7 Mitos que você precisa saber!

    O que fazer quando o bebê não mama o suficiente? 

    Saber se o bebê está saciado é bem mais simples do que você imaginava, não é mesmo? É só observar seu comportamento enquanto mama. 

    Porém, alguns bebês não mamam o suficiente e muitos pais não sabem o que fazer diante disso. 

    Veja abaixo algumas dicas que podem te ajudar quando o seu bebê não estiver mamando o suficiente para saciá-lo e mantê-lo saudável. 

    saber se o bebê está saciado
    Mãe amamentando o seu bebê. Foto: Canva.

    1. Verificar a pega

    Nem sempre os bebês conseguem pegar o seio direito, alguns apresentam muitas dificuldades. 

    Com isso, eles não conseguem se alimentar da maneira correta, muitos deles nem conseguem tomar nada de leite materno pois não pegaram o peito da forma certa. 

    Então, verifique sempre a pega do peito do seu bebê, pois isso pode atrapalhar a boa alimentação dele. 

    2. Posição confortável

    Procure uma posição para mamar que seja confortável tanto para você quanto para o seu bebê. 

    É muito importante que vocês fiquem o mais confortável possível para que seu bebê mame o suficiente para mantê-lo saciado. 

    3. Ambiente tranquilo

    Um ambiente tranquilo também pode influenciar muito na alimentação do seu bebê. 

    É fundamental que você amamente em um local calmo, sem barulhos, onde vocês possam ficar relaxados e sem que nada atrapalhe a mama. 

    Veja mais: Alimentos na amamentação diária : O que posso comer e o que evitar?

    4. Verificar o estado de saúde

    Um bebê que não está se alimentando bem pode estar passando por problemas de saúde. 

    Então, é interessante que você verifique como anda a saúde do seu bebê, procure um pediatra de sua confiança para verificar se há algo de errado. 

    Assim sendo, quando seu bebê não estiver mamando o suficiente, pode ser que ele esteja passando por algum probleminha. Um médico poderá ajudar vocês. 

    saber se o bebê está saciado
    Bebê mamando no peito da mãe. Foto: Canva.

    5. Consultar um especialista em amamentação

    Por fim, se o seu bebê não mama o suficiente e você não consegue saber se o bebê está saciado, é interessante que consulte um especialista em amamentação. 

    Esses especialistas são excelentes profissionais, eles ajudam na pega, orientam sobre os melhores horários para amamentar, orientam sobre como amamentar e muitos outros assuntos. 

    Portanto, procure esse profissional sempre que seu bebê apresentar dificuldades na hora de mamar. 

    Dar de mamar não é uma tarefa fácil, porém, também é um ato lindo e de amor. 

    Esteja atenta aos sinais de saciação do bebê e procure sempre profissionais qualificados e outras mamães para te orientar sobre maternidade e amamentação. Até a próxima!

    Veja mais:

  • Benefícios da amamentação para a mãe e o bebê: 5 Dicas!

    Benefícios da amamentação para a mãe e o bebê: 5 Dicas!

    Todo mundo fala que existem benefícios da amamentação para a mãe e o bebê, mas será que você conhece as possibilidades de vantagens que podem ser usufruídas com essa prática tão linda de conexão?

    Pensando nisso, reunimos alguns pontos que podem ajudá-la a entender por que a amamentação é tão incentivada por todos os profissionais da saúde. Não deixe de conferir!

    Veja mais: Por que brincar no parque é bom para as crianças?

    Bebê fofo amamentando. Foto: Canva

    5 benefícios da amamentação para a mãe e o bebê

    A verdade é que poderíamos listar muito mais benefícios da amamentação para a mãe e o bebê. Isso porque essa prática é extremamente saudável, e pode fortalecer não só a saúde e o bem-estar do bebê, como da própria mãe.

    Porém, nos atemos a alguns pontos que podem ajudar você a refletir sobre o assunto e, quem sabe, tomar a decisão de amamentar o seu bebê pelo máximo de tempo possível. Acompanhe:

    1. Nutrição completa para o bebê

    O leite materno contém todos os nutrientes que são indispensáveis para a saúde dos eu filho. Isso quer dizer que é possível atingir a nutrição completa com a amamentação. Por conta disso, muitos profissionais da saúde estão sempre fortalecendo a importância de amamentar o bebê para que ele possa crescer forte e saudável.

    Caso contrário, a criança poderá apresentar sinais de desnutrição, como no caso do baixo peso, por exemplo.

    Veja mais: Começo da amamentação: Confira quais as dificuldades comuns!

    2. Benefícios da amamentação para a mãe e o bebê: Redução do risco de câncer de mama e ovário

    Diversos fatores influenciam na prevenção do câncer de mama e de ovário. Dentre eles, temos o poder da amamentação.

    A amamentação contribui para a redução do risco de cânceres nas mulheres por conta de alguns fatores. São eles:

    • Quando a mulher amamenta por períodos prolongados, há uma redução na quantidade de ciclos menstruais pelos quais ela passa. Consequentemente, isso quer dizer que o ovário será exposto a uma quantidade menor de hormônios. Logo, há menores chances de desenvolver câncer.
    • As células do tecido mamário são maturadas devido à amamentação, como se ficassem mais “fortes”, digamos assim. Logo, é possível reduzir as chances de desenvolver câncer de mama por conta disso.
    • Os níveis de estrogênio, presentes no organismo da mulher, também diminuem durante o período de amamentação. O excesso desse hormônio no corpo pode aumentar o risco de câncer, por isso, amamentar é uma forma de se proteger.
    Mãe amamentando o seu filho. Foto: Canva

    3. Auxilia a mãe na perda de peso

    A amamentação diária é capaz de consumir cerca de 700 calorias por dia. Isso quer dizer que a mulher gasta uma grande energia corporal para manter o leite sempre disponível para o bebê.

    Sendo assim, quanto maior for o período em que a mãe amamenta o seu bebê, mais calorias ela gastará com essa atividade. Consequentemente, poderá perder peso mais facilmente, garantindo o reequilíbrio da gordura corporal.

    Por isso, mulheres que querem perder peso no pós-parto costumam investir, por um bom tempo, na amamentação.

    Leia mais: 4 atividades (bem dinâmicas!) para mães: para perder peso e recuperar a autoestima!

    4. Benefícios da amamentação para a mãe e o bebê: Fortalece o vínculo emocional entre mãe-bebê

    Quando a mulher está amamentando o seu filho, ela está ali, disponível para ele. Ao mesmo tempo, o bebê sente o toque da pele da mãe, fortalecendo o vínculo que há entre os dois. Sem dúvidas, costuma ser um momento muito emocionante para ambos, que estão única e exclusivamente em contato um com o outro.

    À medida que o tempo passa, a amamentação vai fortalecendo ainda mais esse vínculo. Por isso, é uma excelente forma para  a mãe conhecer mais o seu bebê e se enlaçar com ele.

    Bebê sendo amamentado pela sua mãe. Foto: Canva

    5. Fortalece o sistema imunológico do bebê

    Os nutrientes que são passados pelo leite materno também ajudam a fortalecer o sistema imunológico do bebê. Por isso dizemos que há tantos benefícios da amamentação para a mãe e o bebê! 

    Como o bebê está “descobrindo” o mundo, tudo é novo para ele, inclusive os agentes nocivos que estão presentes nos mais diversos ambientes. Em contrapartida, a mãe já possui uma quantidade significativa de anticorpos para diferentes tipos de enfermidades.

    Sendo assim, quando o bebê mama, ele também recebe uma parcela desses anticorpos já fortalecidos no corpo da mãe, o que contribui para as defesas do neném frente aos mais diversos tipos de vírus, por exemplo.

    Por conta desses e de tantos outros fatores que a amamentação é tão estimulada.

    Veja também: Vacinação do bebê: confira o calendário de 0 a 15 meses

    Não consigo amamentar, como posso usufruir dos benefícios da amamentação para a mãe e o bebê?

    Sabemos que a amamentação nem sempre é uma tarefa fácil para todas as mães. Por isso, em muitos casos as mulheres acabam desistindo do processo, por uma série de motivos.

    Porém, nosso conselho é que antes de descartar a amamentação, você converse com o seu médico. Muitas vezes, já existem alternativas para driblar os principais problemas relacionados às dificuldades para amamentar.

    Por exemplo, mulheres que estão tendo rachaduras no peito e dores durante a amamentação, podem conversar com um fisioterapeuta para encontrar um tratamento para isso. O laser é um deles, pois ajuda a estimular a recuperação da pele do mamilo da mãe.

    benefícios da amamentação para a mãe e o bebê
    Família reunida durante o momento da amamentação. Foto: Canva

    Portanto, não se desespere caso as coisas não estejam acontecendo de forma mágica, como costumam pintar por aí quando falam sobre a maternidade. Mas, sim, considere conversar com profissionais capacitados para entender o que realmente pode estar ocorrendo.

    Às vezes, algumas mudanças de hábitos e pequenos cuidados especiais já são mais do que suficientes para garantir os benefícios da amamentação para a mãe e o bebê.

    Pense nisso e permita-se viver essa fase com o acompanhamento de quem entende do assunto. Boa sorte!

    Veja mais: Até quando amamentar o filho? Qual a idade certa para parar?

  • Dicas de Amamentação: Confira 11 curiosidades sobre o leite materno

    Dicas de Amamentação: Confira 11 curiosidades sobre o leite materno

    Dicas de Amamentação: Você provavelmente já sabe que a amamentação traz muitos benefícios tanto para a saúde da mulher quanto da criança.

    Amamentar é muito mais do que nutrir, pois também ajuda a fortalecer os laços de ambos. E essa ideia vem ganhando cada vez mais espaço diante de tudo o que o leite materno representa no desenvolvimento do bebê e em sua qualidade de vida.

    De acordo com o Ministério da Saúde, “amamentar é um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional”.

    Pensando em todos os benefícios, criamos uma lista com 11 curiosidades para você saber mais sobre o leite materno e que podem reforçar a sua importância na vida de toda criança.

    Dicas de Amamentação: Confira a seguir!

    dicas de amamentação
    Mãe amamentando bebê, sentada na poltrona. Crédito da foto: Freepik

    Confira 11 curiosidades sobre o leite materno

    Dicas de Amamentação: 1) O leite materno é um alimento completo

    A lista de ingredientes da composição do leite materno é muito grande. Os mais importantes são minerais, vitaminas, gordura e aminoácidos.

    Mas esse líquido precioso ainda contém nucleotídeos (que fornecem as bases para o DNA), carboidratos (que dão energia), fatores de crescimento (substâncias que auxiliam na maturação da mucosa intestinal) e fatores antimicrobianos (utilizados pelo sistema imunológico para identificar e neutralizar partículas estranhas).

    Diante de tudo isso, já dá para perceber porque, até os 6 meses, o bebê não precisa mesmo de nenhum outro alimento (chá, suco, água, outro leite, nada!). O leite materno já tem tudo o que ele precisa para o seu crescimento e desenvolvimento saudável.

    Além disso, continua sendo uma importante fonte de nutrientes no segundo ano de vida, especialmente de proteínas, gorduras e vitaminas.

    Ah, sem contar que é de fácil digestão e está sempre quentinho!

    Dicas de Amamentação: 2) Funciona como uma vacina

    Por ser rico em anticorpos, o leite materno protege a criança de muitas doenças como diarreia, infecções respiratórias, alergias. Ainda diminui o risco de hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade.

    Além disso, crianças amamentadas no peito são mais inteligentes, pois há evidências de que o aleitamento materno contribui para o desenvolvimento cognitivo e inteligência da criança.

    Só para ter ideia da sua importância na proteção à saúde, a Organização Mundial da Saúde estima que o aleitamento materno poderia livrar 13% das crianças menores de 5 anos da morte por causas evitáveis, em todo o mundo.

    Mas atenção! Ainda que seja muito poderoso, o leite materno não exclui a necessidade de cumprimento do calendário de vacinação da criança.

    Confira o calendário completo de vacinação do bebê, 0 a 15 meses.

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    Bebê mamando em sua mãe, segurando a mão dela. Crédito da foto: Freepik

    3) Amamentação ajuda no desenvolvimento da face 

    O exercício que a criança faz para retirar o leite da mama, que é o ato de sugar o peito, é um excelente exercício para o desenvolvimento da face da criança (o movimento feito pela boca do bebê auxilia no desenvolvimento do palato e da mandíbula).

    Portanto, é muito importante para o desenvolvimento adequado de sua cavidade oral, propiciando uma melhor conformação do palato duro, o que é fundamental para o alinhamento correto dos dentes e uma boa oclusão dentária.

    Além disso, ainda ajuda a ter dentes bonitos, a desenvolver a fala e a ter uma boa respiração.

    Confira aqui os mitos e verdades sobre amamentação.

    Dicas de Amamentação: 4) Os hormônios femininos na produção do leite materno 

    São os hormônios ocitocina e prolactina que entram em ação para que o leite materno seja produzido (isso acontece ainda durante a gestação!) e encaminhado aos seios durante a amamentação.

    Por sua vez, a ocitocina estimula a contração das células musculares, expulsando o líquido para fora dos alvéolos. Como também tem a função de contrair o músculo do útero durante e após o nascimento, no período da amamentação, esse hormônio acaba ajudando o útero a voltar ao seu tamanho original.

    Outra curiosidade muito bacana é que, quando a mulher está submetida a muito estresse, acaba liberando muita adrenalina, que tem ação de bloquear a ocitocina, resultando em prejuízo à amamentação. Já a prolactina é liberada a partir do cérebro e dá o sinal verde para que as células alveolares reajam, produzindo o leite.

    E não podemos esquecer do estrógeno, que estimula o desenvolvimento dos ductos por onde o leite passa; nem da progesterona, que atua no crescimento dos alvéolos e lóbulos.

    Uma curiosidade é que, segundo os endocrinologistas, essa dupla é responsável, em parte, pela intensa sensação de precisar estar sempre junto do bebê que as mães sentem.

    dicas de amamentação
    Mãe com seu bebê no colo. Crédito da foto: Freepik

    5) O leite materno adapta-se às necessidades do bebê

    A composição do leite materno está em constante modificação. Ou seja, ele passa por transformações de acordo com cada etapa de desenvolvimento do bebê.

    Nos primeiros dias do aleitamento, as glândulas mamárias produzem um “primeiro leite”, chamado de colostro, muito rico em nutrientes. Passados por volta de quatro dias, o colostro se transforma em um leite de transição.

    É só no décimo dia após o início do aleitamento que as glândulas mamárias produzem o leite maduro, que também se modifica ao longo do crescimento da criança, adaptando-se às suas necessidades.

    Ah, e vale a pena saber: o sabor do leite materno se altera dependendo da alimentação da mulher e dos produtos usados na higiene das mamas. Então, vale seguir direitinho as orientações dos profissionais de saúde para essa fase.

    6) O leite materno se altera durante a mamada

    No início da mamada, o leite tem mais água e mata a sede. No fim, tem mais gordura e mata a fome do bebê (ao mesmo tempo em que faz com que ele ganhe mais peso). Essa pequena alteração na composição é muito importante para toda a produção de leite.

    Isso porque, assim que a amamentação começa, a criança, com fome, suga com mais força, favorecendo o esvaziamento da mama.

    Para que a outra mama também seja esvaziada adequadamente, é interessante que a mãe comece a próxima mamada por ela. Porém, não precisa trocar de mama na mesma mamada, pois é preciso que ela esvazie completamente.

    Contudo, se depois do bebê esvaziar a primeira mama continuar com fome, pode dar a segunda.

    Além disso, de acordo com os especialistas, com essa alternância entre as mamas, o corpo da mulher é incentivado a produzir mais leite.

    leite materno
    Mulher amamentando seu filho, sentada na cama. Crédito da foto: Freepik

    7) O leite materno pode ser oferecido para o bebê sempre que ele desejar 

    Isso significa que a criança não só pode como deve ser amamentada na hora que quiser e quantas vezes quiser. Mas só para ter uma ideia, em geral, um bebê em aleitamento materno exclusivo mama de oito a 12 vezes ao dia.

    De acordo com o Ministério da Saúde, o tempo de permanência na mama em cada mamada não deve ser fixado, porque o tempo necessário para o seu esvaziamento varia para cada dupla (mãe e bebê).

    Fatores como a fome da criança, o intervalo entre as mamadas e o volume de leite armazenado na mama devem ser considerados.

    Uma curiosidade é que uma mulher pode produzir até um litro de leite por dia. Uma criança consome entre 200 e 250ml a cada mamada.

    8) O leite materno deixa o bebê mais inteligente

    Há evidências de que o aleitamento materno contribui para um melhor desenvolvimento cognitivo. Isso porque o leite materno é rico em DHA, uma fração do ômega-3 que, entre outras funções no nosso organismo, participa da formação de células nervosas, ao mesmo tempo em que facilita a comunicação entre elas.

    É isso que vai garantir, nos primeiros cinco anos de vida, que o cérebro dos pequenos se desenvolva de forma saudável. O resultado é um ótimo desenvolvimento cognitivo, com crianças muito espertas e com facilidade para aprender.

    Outros estudos acreditam que fatores comportamentais ligados ao ato de amamentar e à escolha do modo como alimentar a criança também são responsáveis.

    A maioria dos estudos conclui que as crianças amamentadas apresentam vantagem nesse aspecto quando comparadas com as não amamentadas, principalmente as com baixo peso de nascimento.

    Dicas de Amamentação: 9) Também protege contra obesidade

    De acordo com um estudo publicado pela revista Scientific Reports com mais de 3,4 mil recém-nascidos, o leite materno pode reduzir o efeito de um dos principais genes associados ao sobrepeso e à obesidade.

    Os estudiosos explicam que o alimento influencia diretamente na sensação de saciedade e ingestão de comida, porém reforçam que outros fatores também devem ser considerados quando se pensa em prevenir problemas de peso tanto na infância quanto na idade adulta.

    Entre os outros fatores estão: herança familiar, dieta equilibrada e prática de atividades físicas.

    Alimentos na amamentação diária: O que posso comer e o que evitar?

    Mãe sentada na cama amamentando seu bebê. Crédito da foto: Freepik

    Dicas de Amamentação: 10) Traz inúmeros benefícios para a mãe

    Além das vantagens para o bebê, o aleitamento também traz uma série de benefícios para a saúde da mulher após o parto. Confira os benefícios:

    • Reduz o peso mais rapidamente;
    • Diminui a chance de doenças, como hipertensão, obesidade, anemia e diabetes;
    • Pode ser um método natural para evitar uma nova gravidez (nesse caso, só nos primeiros 6 meses de vida do bebê e desde que a mãe ainda não tenha menstruado e esteja amamentando exclusivamente e em livre demanda).
    • Auxilia na recuperação pós-parto e diminui as chances de hemorragia;
    • Previne contra o câncer de mama, útero e ovários;
    • Diminui a chance de depressão pós-parto.

    Dicas de Amamentação: 11) O leite materno pode ser doado

    A maioria das mulheres que amamentam podem doar leite materno. Para isso, basta fazer a coleta correta do leite que sobra após a amamentação do filho – as orientações são passadas pelo Banco de Leite Humano (BLH) da cidade, quando ela se cadastra como doadora.

    Os impedimentos para a doação são: ser portadora de doenças infectocontagiosas, como hepatite e AIDS; ser usuária de álcool ou outras drogas; ser fumante. Também é preciso informar ao BLH sobre o uso de medicamentos.

    Portanto, podemos concluir que a amamentação proporciona a formação de crianças, adolescentes e adultos mais saudáveis.

    Contudo, a partir dos seis meses, deve-se iniciar a introdução da alimentação adequada e saudável para o bebê. Além de, claro, continuar ofertando o leite materno até os dois anos ou mais.

    Mãe amamentando bebê. Crédito da foto: Freepik

    O uso da mamadeira e chupeta podem interferir na amamentação

    Dicas de Amamentação: Já com relação ao uso da mamadeira e chupeta, o Ministério da Saúde não recomenda, portanto elas devem ser evitadas.

    A mamadeira, além de ser uma importante fonte de contaminação, pode influenciar negativamente a amamentação. Observa-se que algumas crianças, depois de experimentarem a mamadeira, passam a apresentar dificuldade quando vão mamar no peito.

    Alguns autores denominam essa dificuldade de “confusão de bicos”, gerada pela diferença marcante entre a maneira de sugar na mama e a mamadeira. Nesses casos, é comum o bebê começar a mamar no peito, porém, após alguns segundos, largar a mama e chorar.

    Como o leite na mamadeira flui abundantemente desde a primeira sucção, a criança pode estranhar a demora de um fluxo maior de leite no peito no início da mamada. Isso porque o reflexo de ejeção do leite leva aproximadamente um minuto para ser desencadeado e algumas crianças podem não tolerar essa espera.

    Já a chupeta tem sido desaconselhada pela possibilidade de interferir negativamente na duração do aleitamento materno, entre outros motivos. Crianças que usam chupetas, em geral, são amamentadas com menos frequência, o que pode comprometer a produção de leite.

    Além disso, é possível que o uso da chupeta seja um sinal de que a mãe está tendo dificuldades na amamentação ou de que tem menor disponibilidade para amamentar.

    Além de interferir no aleitamento materno, o uso de chupeta está associado a uma maior ocorrência de candidíase oral (sapinho), de otite média e de alterações do palato.

    Do mesmo modo, a comparação de crânios de pessoas que viveram antes da existência dos bicos de borracha com crânios mais modernos sugere o efeito nocivo dos bicos na formação da cavidade oral.

    Mãe sentada no sofá amamentando seu filho. Crédito da foto: Freepik

    Outras bebidas devem ser evitadas nos primeiros seis meses

    Dicas de Amamentação: Do mesmo modo, deve-se evitar outras bebidas, como: água, chás e principalmente outros leites. Isso porque existem evidências de que o seu uso está associado com desmame precoce e aumento da morbimortalidade infantil.

    Além disso, não restam mais dúvidas de que a complementação do leite materno com água ou chás nos primeiros seis meses é desnecessária, mesmo em locais secos e quentes.

    Mesmo ingerindo pouco colostro nos primeiros dois a três dias de vida, recém-nascidos normais não necessitam de líquidos adicionais além do leite materno, pois nascem com níveis de hidratação tecidual relativamente altos.

    Esperamos que esse artigo tenha sido útil para você! Agora você já conhece alguns fatos importantes sobre o leite materno e quais os benefícios da amamentação, contribuindo para o melhor desenvolvimento do seu bebê.

    Continue acompanhando o nosso Blog Mil Dicas de Mãe e até a próxima!

    Aproveite para ler também: 

  • Mitos sobre a amamentação: 7 Mitos que você precisa saber!

    Mitos sobre a amamentação: 7 Mitos que você precisa saber!

    Conhecer os mitos sobre a amamentação é muito importante para não cair no erro de comprometer a saúde do bebê ao deixar de amamentar ou ao fazer algo equivocado. Além disso, ao ter acesso a conhecimentos importantes, você também pode acabar se sentindo mais confiante e segura com relação à amamentação do seu bebê.

    Portanto, convidamos você para acompanhar este conteúdo e saber mais sobre o assunto!

    Veja mais: Como lidar com as mudanças de humor durante a gravidez?

    Mitos sobre a amamentação
    Bebê amamentando no peito da mãe. Foto: Canva

    7 mitos sobre a amamentação que você precisa saber

    Existem muitos mitos sobre a amamentação que, infelizmente, ainda são divulgados em muitos locais. Esse tipo de desinformação pode impactar a forma como a mulher lida com essa fase tão importante da vida dela e de seu filho. Portanto, antes de acreditar em tudo o que se ouve ou se lê, lembre-se de pesquisar em fontes confiáveis, ok? Por exemplo, conversando com profissionais da saúde ou buscando em artigos científicos específicos.

    A seguir, você já poderá visualizar alguns mitos que costumam ser espalhados por aí, mas que não passam de mentiras. Confira:

    1. Mitos sobre a amamentação: Tem mulher que tem leite fraco

    Quem nunca ouviu falar que uma mulher tinha um leite muito fraco, não é mesmo? Esse é um dos mitos sobre a amamentação que a gente mais costuma ouvir por aí. Só que a verdade é que não existe isso de leite fraco. Todas as mulheres podem produzir um leite de qualidade, e o fato de ele ser um pouquinho transparente ou com um aspecto mais aguado, em algumas situações, não significa que ele não seja forte.

    Esse problema surgiu quando as pessoas começaram a comparar a consistência do leite materno com o leite de vaca, e passaram a detectar diferenças entre eles. Contudo, o leite materno não pode ser substituído pelo leite de vaca, pois o primeiro contém os nutrientes que a criança precisa e não é fraco. Se alguém disser que o seu leite é fraco, você não precisa acreditar e desmamar o seu bebê. Na dúvida, converse com o médico!

    Veja mais: Alimentos na amamentação diária : O que posso comer e o que evitar?

    Bebê amamentando de olhos fechados no peito da mãe. Foto: Canva

    2. Doar leite é ruim porque reduz o que ficará para o filho da mulher

    Muitas mulheres acreditam que doar leite materno fará com que os filhos dela acabem ficando sem leite, o que não passa de um mito. Na realidade, o que pode acontecer é o contrário: quanto mais leite é consumido, mais o corpo da mulher produzirá. Sendo assim, se você doar leite materno, seu filho poderá ter acesso a uma quantidade maior.

    Isso porque o corpo entende que quando o seio da mãe é esvaziado, é hora de produzir mais leite. Logo, quanto mais leite ordenhado, mais leite produzido. Portanto, pode doar sem medo!

    3. A amamentação deve acontecer a cada 3 horas

    Outro grande mito sobre a amamentação diz respeito à rotina de mamadas: muitas mães ouvem que deve-se ter horários fixos para o bebê mamar, o que também não passa de uma inverdade. O bebê não precisa mamar exatamente no mesmo horário, tampouco deve mamar apenas a cada 3 horas. É importante considerar o desenvolvimento da criança e as caraterísticas próprias dela antes de, simplesmente, ordenar quando ela mamará ou não.

    Na dúvida, sempre converse com o seu médico, pois ele poderá ajudá-la a entender melhor o que fazer.

    veja mais: Por que brincar no parque é bom para as crianças?

    Bebê amamentando no peito da mãe. Foto: Canva

    4. Mitos sobre a amamentação: Se o beber mamar muito, o leite vai acabar

    Assim como ocorre quando a mulher doa o leite materno, quando o seu filho mama muito não acontece o efeito de “acabar logo”. Claro que o seio poderá ser esvaziado, mas isso não quer dizer que ele não irá produzir novamente. O leite materno é sempre “refeito” pelo corpo da mulher, enquanto o seio for estimulado e os hormônios do corpo da mãe estiverem equilibrados.

    Sendo assim, você não precisa interromper a mamada do seu filho. Você pode permitir que ele beba à vontade, salvo em casos prescritos pelo médico – como por exemplo, indícios de obesidade na infância.

    5. Ao voltar ao trabalho a mãe deve desmamar o bebê

    Outro grande mito sobre a amamentação que acaba prejudicando não só o bebê, como até mesmo a saúde mental da mãe. Afinal, é muito comum ouvirmos mães dizendo que se sentem culpadas por não poderem oferecer leite materno à vontade para os seus filhos durante o período em que trabalho. Só que, no Brasil, não é bem assim que funciona. Os bebês têm direito à amamentação.

    Isso quer dizer que, por Lei, a mulher pode amamentar o seu filho, mesmo durante o expediente de trabalho. Além disso, existe a possibilidade de ordenhar o leite materno, para momentos nos quais a mãe não estiver por perto do seu pequeno.

    Portanto, você não precisa forçar a desmamada do bebê apenas para voltar ao mercado de trabalho. O ideal é conversar com os gestores para alinhar a melhor forma de oferecer a amamentação ao seu filho.

    Veja mais: Rede de apoio: O que é? Como desenvolver?

    6. A produção de leite é de acordo com o tamanho da mama

    Dentre os mitos sobre a amamentação, este pode ser um dos que mais assusta as mamães com mamas pequenas. Porém, a verdade é que não existem evidências de que os seios pequenos produzam menos leite do que os seios grandes. Sendo assim, mesmo que as suas mamas sejam menores, ainda assim você pode conseguir amamentar o seu filho normalmente.

    Os únicos casos em que o leite materno pode não ser produzido adequadamente é quando a mulher está passando por algum desequilíbrio hormonal. Portanto, conversar com o médico e manter os exames sempre em dia são atitudes importantes.

    Mãe dando leite para o seu bebê. Foto: Canva

    7. Leite ordenhado não é tão saudável

    Sim, o leite ordenhado tem os mesmos nutrientes do que o leite consumido direto das mamas da mãe. Acontece que o leite ordenhado terá “validade”, digamos assim. Para manter a sua integridade e todos os seus nutrientes, ele deve ser mantido na geladeira por, no máximo, 12 horas, ou no freezer por 15 dias, desde que congelado imediatamente após a ordenha. Essa informação foi dada pelo próprio Ministério da Saúde.

    Sendo assim, se você tem o costume de fazer a ordenha do seu leite, certifique-se de etiquetar os frascos para impedir que ele acabe sendo armazenado por mais tempo do que o recomendado.

    Conversar com o médico é fundamental

    Neste texto, você pôde ver o quanto os mitos sobre a amamentação são diversos e podem confundir as mulheres. Por isso, sempre que você ouvir algo sobre a amamentação, mas que você não tem certeza da fonte da informação, converse com o seu médico ou pesquise em portais confiáveis, como o do Ministério da Saúde.

    Assim, será mais garantido manter a amamentação sem se deixar levar por desinformação que, infelizmente, existe em grande volume na internet de maneira geral. Cuide-se!

  • Chupeta para bebê: 15 perguntas e respostas sobre o assunto 

    Chupeta para bebê: 15 perguntas e respostas sobre o assunto 

    Até quando dar chupeta para bebê? Chupeta faz mal à saúde? Prejudica a amamentação e a dentição?

    O assunto é sempre polêmico. A maioria dos pediatras condena o uso da chupeta, mas algumas mães alegam que o acessório tem lá suas vantagens, desde que usada com moderação.

    São muitas as dúvidas que surgem em relação a esse assunto. Antes de você (com a orientação do pediatra) decidir se o seu filho vai ou não usá-la, melhor ficar por dentro de tudo!

    Preparamos um artigo completo para responder todas as suas dúvidas aqui. A seguir, confira 15 perguntas e respostas que toda mãe deve saber sobre chupeta para bebê.

    Vamos lá?

     chupeta para bebê
    Chupeta rosa e azul, em fundo rosa. Crédito da foto: Freepik

    Chupeta para bebê: tudo o que você precisa saber

    Que mãe que nunca se sentiu aliviada ao ver seu bebê se acalmar somente depois de lhe entregar a chupeta? Com certeza, várias mães vão se identificar aqui.

    Para muitos pais, esse é o recurso mais utilizado para fazer o bebê parar de chorar, principalmente quando já lhe foi oferecido o peito para mamar, a comidinha, a água, quando a fralda já foi trocada e nada disso foi suficiente.

    Mas, por outro lado, também há pais que são categóricos sobre oferecer a chupeta por qualquer motivo e acabam entregando com excesso, criando uma possível dependência no bebê.

    Afinal, devo ou não oferecer a chupeta?

    Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, é preciso pesar os prós e contras da decisão de oferecer ou não a chupeta à criança.

    Por um lado, o bebê pode querer trocar a alimentação, principalmente as mamadas (para os bebês que são amamentados no peito) pela chupeta. E isso pode causar efeitos sobre o seu desenvolvimento, como a perda de peso.

    Além disso, peças da chupeta podem causar problemas sérios, como se desprender com o manuseio ou até causar asfixia.

    Por outro lado, é mais do que normal que as crianças, em especial os bebês, procurem alguma forma de sucção para se acalmar, seja por meio do seio materno, do dedo, da chupeta, da mamadeira ou até da fralda, como forma de se sentirem acolhidos.

    Aqui, o importante é que a chupeta não seja usada o tempo todo, até para não virar um hábito. Nesses casos, especialistas recomendam que a criança comece a ser desestimulada a usá-la já a partir do primeiro ano de vida.

    Para isso, oferecer brinquedos macios e de plástico (já que serão levados à boca) pode ser uma alternativa para substituí-la.

    Mãe deitada na cama com seu filho, que está chupando chupeta. Crédito da foto: Freepik

    Como é o uso da chupeta em bebês é em outros países?

    Estima-se que mais da metade das mães de todo o mundo oferecerão chupeta a seus filhos em algum momento no primeiro ano de vida.

    Porém, o cenário é de que as chupetas são introduzidas precocemente: a maior parte das crianças recebe chupeta entre o 1o dia e a 1a semana de vida, ainda muito cedo para isso.

    Um estudo realizado em 17 países revelou que, apesar de o uso de chupeta ser um hábito muito comum, há grande diversificação nas frequências desse hábito entre os países.

    As menores prevalências de uso da chupeta aos 3 meses ocorreram em países como Japão (12,5%) e Nova Zelândia (14%).

    Quais são os prós e contras da chupeta?

    Como a escolha de oferecer ou não a chupeta ao seu filho gera muitas dúvidas, separamos algumas dicas importantes, entre prós e contras, para que você tome uma decisão consciente sobre isso.

    Benefícios da chupeta para bebê:

    Para muitos médicos, ela pode ser um recurso contra a Síndrome da Morte Súbita da Infância, já que sugar a chupeta enquanto dorme poderia prevenir o problema.

    Ainda assim, seu uso é restrito após o primeiro mês de amamentação, para evitar que a chupeta prejudique o hábito do aleitamento materno.

    Além disso, a chupeta acalma. Por isso, ela é uma grande aliada dos pais que têm bebê agitados ou que não conseguem adormecer mesmo depois da mamada.

    Mas o recomendado é que os pais usem desse artifício com cuidado e somente quando a criança realmente precisa. Ou seja, em momentos de estresse.

    Quando a criança tem uma necessidade de sucção não nutritiva, ou seja, mesmo depois da mamada, ela continua com a necessidade de sugar.

    Mas mesmo nesses casos, a chupeta pode ser indicada com muita moderação e sempre após a alimentação, nunca como substituição.

    chupeta para bebê
    Chupeta azul em fundo branco. Crédito da foto: Freepik

    Prejuízos da chupeta para bebê:

    Primeiramente, algo muito relevante é que a chupeta pode prejudicar a amamentação.

    Isso porque, de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, crianças que usam chupeta mamam por menos tempo. Isso tende a acontecer porque a sucção do peito é diferente da sucção da chupeta.

    Para mamar no peito, o bebê usa músculos diferentes daqueles necessários para sugar a chupeta e isso pode deixá-lo confuso.

    Quando essa confusão acontece, o bebê pode sentir dificuldade de sugar o leite, e com isso vai deixando de mamar.

    Em segundo lugar, chupetas que são usadas o tempo todo, a longo prazo podem desencadear uma série de problemas ortodônticos, como: alterações das cavidades orais e de dentição; o desalinhamento dos dentes; e também levar a problemas na mastigação.

    Além disso, estudos apontam que a otite (dor de ouvido) é mais comum em crianças que usam chupeta.

    Isso acontece porque a sucção da chupeta faz com que o músculo responsável pelo funcionamento da tuba auditiva (canal entre faringe e o ouvido) não seja estimulado de forma adequada em crianças que chupam chupeta.

    Ou seja, isso favorece o acúmulo de secreção nos ouvidos e, consequentemente, a dor.

    Por fim, a chupeta pode conter vírus e bactérias que causam candidíase oral e afta. Além disso, seu uso sem a devida higienização aumenta o risco de a criança adoecer.

      chupeta para bebê
    Bebê usando chupeta enquanto dorme, vestido com um gorrinho cinza de ursinho e segurando um urso de pelúcia cinza. Crédito da foto: Freepik

    Tire todas as suas dúvidas sobre o uso da chupeta para bebê

    1) Atrapalha a amamentação?

    Vários estudos indicam que sim. Tanto é que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) recomendam oficialmente a não utilização de bicos e chupetas desde o nascimento.

    A musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança.

    Quem apesar disso decidir oferecer a chupeta ao bebê só deve fazê-lo quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança.

    Por que isso ocorre?

    Esse fenômeno é conhecido como “confusão de bicos” ou “confusão de sucção”. Ou seja, é a dificuldade do bebê em encontrar a correta configuração oral para realizar a pega e a ordenha da mama após a exposição à chupeta.

    Além disso, há estudos relatando que as crianças que usam chupeta mamam com menos frequência.

    Isso gera uma menor produção de leite e, consequentemente, a necessidade de suplementação com fórmula láctea.

    Por fim, também pode gerar o desmame precoce do bebê.

    2) Dar a chupeta prejudica a dentição?

    Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal.

    No entanto, há outros problemas. O uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração, na postura corporal, na fala e na mastigação. Se for usar, sempre opte pelos tipos ortodônticos.

    Além disso, o bom desenvolvimento da boca e da dentição depende do exercício que a criança faz para sugar o peito.

    Como sugar a chupeta utiliza músculos diferentes daqueles utilizados para mamar no peito, a falta de atividade dos músculos utilizados para mamar no peito pode levar a problemas na mastigação, na fala, no alinhamento dos dentes e na respiração, etc.

     chupeta para bebê
    Bebê usando roupa cor de rosa, tentando alcançar sua chupeta. Crédito da foto: Freepik

    3) Até que idade meu filho pode usá-la?

    A chupeta já pode ser retirada a partir de um ano de idade. No máximo, deve ser retirada até os dois anos.

    Lembrando que a chupeta deve ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca, certo?

    Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos.

    Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito.

    4) O que é pior para o bebê: chupeta ou dedo?

    Com certeza, o dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito.

    Em outras palavras, o bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo, então é mais difícil de largar.

    5) A chupeta pode aliviar a cólica do bebê?

    Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança.

    Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica.

    6) Que cuidados devo tomar com a higiene?

    Para evitar a proliferação de micróbios, os cuidados com a higiene devem ser rígidos.

    A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão, ou então ser fervida em água quente.

    Além disso, ela deve ser higienizada diariamente, de acordo com as orientações do fabricante. Isso porque o acessório pode se tornar um foco de microrganismos que transmitem estomatites e outras doenças.

    Por fim, a substituição da chupeta deve ser frequente, ou sempre que o material estiver danificado de alguma maneira (seja gasto, rachado ou rasgado).

    Para tanto, é importante examinar com frequência e atenção a chupeta. Na dúvida sobre o bom estado do acessório, opte pela troca, pois é mais seguro.

    chupeta para bebê
    Bebê usando chupeta. Crédito da foto: Freepik

    Principais dúvidas com relação ao uso da chupeta para bebê

    Continue acompanhando as principais questões em relação ao tema.

    A chupeta pode conter fungos e bactérias que causam doenças. Aftas e candidíase oral, conhecida popularmente como “sapinho”, por exemplo, são muito comuns em crianças que usam chupeta.

    Outras doenças que são muito comuns em crianças que usam chupeta são: respiração ruidosa, vômitos, febre, diarreia, cólicas.

    Por isso, o uso de chupetas aumenta o risco de uma criança ficar doente e ser hospitalizada.

    As crianças choram, balbuciam ou protestam por atenção ou para comunicar suas necessidades e desejos.

    A criança que usa chupeta acaba chorando ou resmungando menos, ou seja, comunicando menos as suas necessidades, solicitando menos a atenção dos adultos ao seu redor.

    Dessa forma, a criança tem menos oportunidades de interação com os pais ou cuidadores e, como consequência, acabam sendo menos estimuladas.

    Isso causa prejuízos no seu desenvolvimento, como na fala, na comunicação e nas habilidades de socialização.

    9) Bebês que usam chupeta podem se tornar adultos fumantes ou com outros transtornos orais?

    A resposta é sim. O uso prolongado da chupeta por mais de 2 anos pode ser substituído, mais tarde, por outros hábitos orais como fumar, comer excessivamente ou outros transtornos compulsivos.

    Portanto, pais e cuidadores que justificam a introdução do uso da chupeta para ajudar a acalmar o bebê quando ele está nervoso ou ansioso, é a mesma razão atribuída pelos fumantes ao hábito de fumar.

    Atente-se!

    Leia aqui: Cigarro, Leite Materno e Saúde do Bebê – Efeitos negativos da amamentação de mães fumantes. 

    Bebê usando chupeta. Crédito da foto: Freepik

    10) O uso da chupeta pode facilitar o aparecimento de otites?

    Por fim, a otite, a famosa “dor de ouvido”, é mais comum em crianças que usam chupeta. Isso acontece porque a sucção da chupeta faz com que o músculo responsável pelo funcionamento da tuba auditiva não seja estimulado de forma adequada.

    Isso favorece o acúmulo de secreção nos ouvidos e, consequentemente, as otites. Lembrando que otites frequentes podem afetar o desenvolvimento da criança.

    11) Chupeta pode ser útil para reduzir o stress em recém-nascidos?

    O uso da chupeta pode ser adotado como forma de confortar o bebê quando submetido a procedimentos dolorosos ou estressantes, relacionados a momentos de agitação, irritação ou choro intenso.

    Por exemplo, situações desse tipo acontecem na hora de colher material para um exame de sangue ou na realização de um procedimento hospitalar.

    No entanto, nesses casos, é preferível amamentar a criança durante esses procedimentos, sempre que possível.

    Isso porque o leite materno é a melhor forma de acalmar o bebê, já que existem substâncias presentes no leite que diminuem a dor.

    Outras formas de acalmar o bebê são: o contato pele a pele, calor, balanço, cheiro, voz materna, entre outras.

    Veja mais na dica abaixo!

     chupeta para bebê
    Chupeta rosa e chupeta azul, lado a lado, em fundo branco. Crédito da foto: Freepik

    12) Há uma forma única de lidar com bebês em situação de choro?

    Antes de tudo, tenha em mente que, para cada família e cada bebê o conjunto de estratégias utilizadas será diferente.

    Por isso, é tão importante que os pais e cuidadores conversem entre si e definam estratégias para lidar com situações de estresse.

    Alguns exemplos de estratégias para acalmar bebês e manejar o seu choro são:

    • Oferecer o peito sempre que o bebê apresentar sinais de fome (ou seja, quando o bebê chora, abre a boquinha, mexendo a cabeça para um lado e para o outro procurando o peito);
    • Pegar o bebê no colo, segurando-o firmemente e o aconchegando;
    • Cantar para ele;
    • Praticar contato pele a pele;
    • Banhá-lo;
    • Usar o ofurô;
    • Ofertar estímulos, como mordedores, chocalhos ou outras brincadeiras que chamem a atenção da criança e lhe forneçam conforto e carinho.

    13) No caso da mãe optar pelo uso da chupeta, quais são os cuidados?

    Se a opção for por oferecer chupeta à criança, recomenda-se que o seu uso seja limitado até 1 ano de idade e sua introdução deve ocorrer após a amamentação estar estabelecida.

    Ou seja, com o bebê mamando bem, ganhando peso por mais de duas semanas e a mãe sem fissuras ou dores no momento de amamentar.

    Além disso, uma opção é restringir o seu uso apenas para momentos críticos. E, caso queira tirar a chupeta, procurar suporte profissional.

    Crianças mais velhas que ainda usam chupeta é sinal de alerta!

    Por fim, é importante ressaltar que o uso de chupeta por crianças que já adquiriram a fala, muitas vezes em idades avançadas como 7, 8 e até mesmo 10 anos, é um sinal de alerta.

    Os pais precisam refletir sobre o que se passa emocionalmente com elas e qual a função psíquica da chupeta na vida dessas crianças.

    Cientes do motivo, poderão oferecer a elas uma conduta afetiva que possa ajudá-las na elaboração do problema e, assim, a chupeta poderá ser abandonada.

     chupeta para bebê
    Mãe beijando o bebê, que está dormindo de chupeta. Crédito da foto: Freepik

    15 perguntas e respostas sobre chupeta para bebê

    14) O que a sucção provoca no organismo da criança?

    A sucção, utilizada pela criança para obter o alimento, promove a liberação de um hormônio chamado endorfina.

    Esse hormônio produz um efeito de modulação da dor, do humor e da ansiedade, provocando sensação de prazer e bem-estar ao bebê.

    A amamentação é suficiente para satisfazer o desejo básico de sucção do bebê. Por isso, é importante que durante a fase em que a criança esteja só mamando no peito, a mãe a amamente sempre que ela solicitar.

    15) No caso dos bebês, o que é a sucção?

    A sucção ou ato de sugar é um comportamento reflexo do bebê que pode ser observado já no útero materno. Em ultrassonografias, por exemplo, é possível observar alguns bebês chupando o dedinho.

    Esse reflexo é vital para a sobrevivência, crescimento e desenvolvimento psíquico do bebê. A criança, especialmente em seu primeiro ano de vida, tem necessidade de sugar.

    chupeta para bebê
    Bebê sentado no chão, em um tapete bege, com brinquedos coloridos, chupando chupeta. Crédito da foto: Freepik

    O que fazer para ajudar a criança a largar o hábito?

    Existem diversas formas para ajudar a criança a se livrar desse hábito, mas a verdade é que é muito importante tirar a chupeta sem deixar traumas na vida dela.

    Antes de mais nada, uma consulta a um odontopediatra pode ajudar bastante, uma vez que esse profissional irá orientar os pais sobre a maneira correta de agir.

    Lembre-se de que a retirada deve ocorrer de uma forma gradativa. E é importante que a criança não veja isso como uma perda.

    Da mesma forma, os pais devem procurar não deixar o acessório tão disponível o quanto antes e ir avisando à criança que está chegando o dia de deixar de chupar chupeta.

    Uma outra dica é usar elementos fantasiosos e mágicos a seu favor! Quem sabe a fadinha da chupeta não vem buscá-la à noite? A criança pode deixar o objeto sob o travesseiro e encontrar uma moeda como pagamento pela manhã.

    O adulto pode sugerir presentear um irmãozinho, priminho ou um bebê querido que está chegando com a chupeta, assim a criança verá alguma utilidade na sua ação. Ou também propor à criança a troca do acessório por algo mais adequado à idade dela.

    Bebê chupando chupeta azul. Crédito da foto: Freepik

    Uso de chupeta para bebês: a decisão cabe aos pais

    Saiba que o uso de chupeta ainda é um hábito muito frequente entre as crianças brasileiras e, além de serem oferecidas muito precocemente, elas tendem a permanecer na vida das crianças ao longo de toda a primeira infância.

    Isso acaba acarretando outros problemas de saúde e desenvolvimento. E, além dos seus efeitos sobre o desenvolvimento da criança, deve-se ficar atento às questões de segurança.

    As partes e acessórios que se desprendem das chupetas podem ser perigosas, pois, caso essas se desprendam sem que o adulto perceba ou esteja por perto, podem causar asfixia ou estrangulamento.

    Por isso, mencionamos ao longo de todo o artigo quais são os benefícios e prejuízos do uso da chupeta. Assim, os pais da criança podem pensar bem antes de decidirem se irão ou não a oferecer a seus filhos.

    Como vimos, há inúmeros fatores contrários e favoráveis com relação a ela, o que exige reflexão bem criteriosa.

    É preciso ter uma visão clara e baseada em evidências, para que, junto ao seu pediatra, possam tomar uma boa decisão, feita de forma consciente.

    Bebê sentado usando uma chupeta azul. Crédito da foto: Freepik

    Chupeta para bebê: conclusões

    Após conhecer os prós e contras do uso de chupeta, é importante que os pais e cuidadores façam uma reflexão sobre quando e como o seu bebê precisa ser acalmado.

    Como os bebês não falam, eles se comunicam por meio de resmungos, balbucios, choros e gritos.

    No início, entender essa linguagem do bebê pode ser uma tarefa complicada para os pais, mas, com o passar do tempo, muitos pais sentem-se confiantes em identificar o que o bebê está tentando comunicar através do choro.

    Ou seja, se está com fome, frio, sono, se está com as fraldas sujas, se quer carinho, colo, se está cansado mas não consegue dormir, se está com dor ou febre, etc.

    É importante que os pais sejam capazes de suportar a angústia que causa o choro da criança e de dar um tempo para compreender qual o incômodo ou a necessidade da criança que causou o choro.

    Tenha paciência com o bebê

    É comum oferecer chupeta ao bebê tão logo ele comece a resmungar ou na presença de algum fator que entendemos como desconfortável a ele. Da mesma forma, é comum oferecer chupeta às crianças sem nenhum motivo.

    Portanto, é importante lembrar que a chupeta pode sim fazer com que a criança fique quieta, mas isso não significa que sua necessidade foi atendida.

    O que acontece é que a criança acaba se “conformando” com o prazer que lhe oferecem, ainda que seja temporário.

    Por isso, é importante tentar entender e decifrar o significado dos choros do bebê antes de sair, simplesmente, dando a chupeta para ele.

    Gostou desse artigo sobre o uso da chupeta para bebê? Então confira outros artigos sobre saúde:

    Esperamos que tenha tirado todas as suas dúvidas sobre o assunto e tome a melhor decisão para o seu bebê!

    Até a próxima!

  • Primeiros dentes do bebê? Veja dicas para aliviar o desconforto

    Primeiros dentes do bebê? Veja dicas para aliviar o desconforto

    Seu bebê está com dor de dente? Quando os primeiros dentes do bebê começam a aparecer, é normal que o pequeno fique um pouco mais irritado, mal-humorado e até mesmo choroso.

    Isso porque surgem também alguns incômodos, apesar de não ser uma regra. Mas, felizmente é possível driblar essa situação com alguns cuidados, que nós vamos passar logo abaixo!

    Neste artigo, você irá conferir dicas incríveis para aliviar o desconforto e dor de nascimento dos primeiros dentes do bebê.

    Por isso, continue acompanhando nosso artigo para saber mais sobre o assunto e tirar suas principais dúvidas.

    Boa leitura!

    dentes do bebê
    Bebê usando roupa branco, sorrindo, ajoelhado na cozinha. Crédito da foto: Freepik

    Quando os dentes do bebê começam a nascer?

    Apesar de não ser exato, normalmente os dentes começam a nascer por volta dos seis meses, porém isso não é uma regra.

    Sendo assim, existe muita variação com relação aos meses, já que algumas crianças têm o nascimento dos dentinhos com apenas oito meses, outras com um ano. Não importa o tempo, mas ela terá os 20 dentinhos de leite.

    Na grande maioria dos bebês, os primeiros dentes a nascerem serão os centrais inferiores, ou seja, os de baixo. Porém o nascimento deles pode acontecer ate os três anos de idade.

    Nada de entrar em desespero! Tenha em mente que cada criança tem um ritmo diferente, inclusive para essa fase.

    Porque alguns bebês já nascem com dentinhos?

    Quando os bebês já nascem com dentes, eles são chamados de “natais”. Caso eles apareçam muito cedo, ainda nos primeiros meses de vida, recebem o nome de “neonatais”.

    Esses casos são bastante comuns, mas quando acontecem precisam de um diagnóstico e acompanhamento médico, como o odontopediatra.

    É importante pra saber se o dente pode ficar no arco ou ainda se precisará de uma cirurgia e ser extraído, por isso é fundamental acompanhar. Às vezes são dentes extras, ou são dentes de leite que vieram antes.

    Sinais de que os dentes de leite estão à caminho

    Como saber se os dentes do seu filho estão para nascer? Observe que nessa fase a criança apresentará uma maior salivação, irritabilidade e desconforto.

    Vale lembrar que, apesar de ser um processo natural a todos os bebes, o organismo sofre alterações, como:

    • Mudança da circulação sanguínea local;
    • Aumento da vascularização;
    • Boca mais quente ou inchada.

    Por isso, a criança fica mais irritada e manhosa. Pode variar de caso em caso, inclusive em irmãos gêmeos.

    dentes do bebê
    Bebê sorridente, deitado e barriga para baixo na cama, usando roupa azul. Crédito da foto: Freepik

    Primeiros dentes do bebê? Veja dicas para aliviar o desconforto

    Os primeiros dentes costumam começar a nascer até o décimo mês de vida, quando seu bebê começa a ter mais incômodo para dormir e ficar mais agitado durante o dia, por conta do desconforto e das dores.

    Lembre-se de que essa fase é natural, por isso deve ser igualmente vivida de forma natural, sem pânico!

    Contudo, tudo o que as mães querem é ver seu bebê feliz, não é mesmo? Então, para aliviar a dor de nascimento dos dentes, existem alguns cuidados que podem ser tomados para deixar o pequeno mais confortável.

    A seguir, veja algumas dicas de como aliviar o desconforto do bebê durante o nascimento dos primeiros dentes dele.

    1) Mordedores e alimentos gelados

    Uma das melhores formas de aliviar a dor é oferecer mordedores ao seu bebê. Por isso, essa é a nossa primeira dica!

    Além da melhora do desconforto, os mordedores também mantêm a criança entretida durante a brincadeira. Toda via, deve-se atentar para a superfície do produto, que precisa ser lisa e adaptada para esta finalidade.

    A dica também é colocar o mordedor na geladeira e oferecer gelado para o bebê, melhorando a inflamação do local. O mesmo pode ocorrer com alimentos gelados ou bebidas frias, como a água de coco.

    2) Massagem na gengiva

    Outra boa maneira de aliviar o desconforto bucal do seu bebê é praticar a massagem na gengiva.

    Com a ponto do dedo bem limpo, faça uma massagem delicadamente na gengiva do bebe, até melhorar o incômodo da dor.

    Durante o processo, você pode entreter o bebê, para que se distraia e não sinta o desconforto inicial.

    4) Picolé de leite materno

    Seguindo a dica do alimento gelado, uma boa forma nutritiva e que pode fazer com que o seu bebê fique relaxado, é oferecer o leite materno em forma de picolé.

    Para fazer, você deve seguir os passos abaixo:

    1. Primeiramente, limpe as aréolas e lave bem as mãos com água corrente e sabão;
    2. Jogue fora os primeiros jatos de leite;
    3. Em seguida, retire o restante do leite e reserve em um local esterilizado;
    4. Coloque-o em uma bacia com gelo e água fria por 2 minutos;
    5. Por fim, reserve no freezer por até 15 dias.

    Lembrando que o picolé de leite materno pode ser utilizado até duas vezes por dia e não deve substituir os horários da amamentação do seu bebê.

    Dentes do bebê – 4) Massagem de reflexologia

    Essa é uma excelente técnica para aliviar o desconforto do nascimento dos dentes em bebês.

    Ela pode ser realizada logo após o banho, aproveitando o momento em que o bebê está mais relaxado, limpo e confortável.

    O objetivo da massagem é oferecer efeitos calmantes e relaxantes, ajudando a reduzir a irritação do bebê por conta da dor.

    A massagem de reflexologia segue três passos simples, e deve ser realizada nos dois pés do bebê:

    • Pressione levemente o polegar, de maneira circular na parte de trás dos quatro dedos do pé, um a um, indo até à base do dedo;
    • Em seguida, pressione com o polegar dobrado, desde a unha até a base do dedo como se fosse uma minhoca e repita o processo até três vezes;
    • Para finalizar, pressione de maneira suave a zona entre cada dedo do bebê.

    Esta última etapa da massagem ajuda a fortalecer o sistema imunológico ao liberar toxinas, ajudando a prevenir febres, ligadas ou não ao nascimento dos primeiros dentes, e infecções futuras.

    Outros cuidados são:

    • Ofereça uma fruta gelada para a criança mastigar, como uma maçã em pedacinhos ou palitinhos de cenoura fria;
    • Use dedeiras de silicone molhadas em água gelada, massageando a gengiva;
    • Dependendo da alimentação do bebê, prefira refeições sólidas e frias;
    • Massagem Shantala.
     dentes do bebê
    Bebê sorrindo, no colo de sua mãe. Crédito da foto: Freepik

    Dentes do bebê – Como realizar a massagem Shantala?

    Para realizar a massagem Shantala, primeiramente prepare o ambiente de forma aconchegante, ajustando uma iluminação confortável. Para isso, você poderá usar um colchão ou um trocador onde você e seu bebê deverão ficar.

    Além disso, a temperatura do ambiente deve estar agradável. Em seguida, retire anéis ou pulseiras para que não atrapalhem. Por fim, aqueça suas mãos e utilize um óleo vegetal para untá-las.

    Sente-se com suas pernas esticadas acomodando o bebê sobre elas e inicie a massagem:

    1. Comece massageando o peito. Movimente suas mãos do centro do tórax em direção à axila. Repita o movimento de 5 a 10 vezes.
    2. Continuando, o movimento deverá partir do tórax e ir em direção aos ombros do pequeno.
    3. Em seguida, segure o pulso do bebê com uma de suas mãos, formando uma espécie de bracelete. Depois, com a outra mão, forme um bracelete próximo ao ombro do seu pequeno e deslize-o até o encontro da outra mão, em movimento de rosca. Repita o movimento sucessivamente.
    4. Agora é a vez das mãozinhas. Use seu polegar para massagear, começando da palma e indo em direção aos dedinhos. Depois, puxe delicadamente cada um deles e os aperte suavemente.
    5. Em seguida, posicione suas duas mãos na altura do peito do bebê e desça até a altura da bexiga. Repita de 3 a 6 vezes.
    6. Depois, faça um leve movimento de torção começando na base da coxa do bebê e indo até seus tornozelos, massageando toda sua perninha. Você pode repetir esse movimento até 10 vezes em cada uma das pernas.
    7. Então, massageie seus pezinhos usando também seu polegar, puxando e apertando os dedos,  assim como nas mãozinhas.
    8. Agora, posicione seu bebê virado de costas para você. Ele ficará de bruços em suas pernas. Coloque  suas mãos na altura dos ombros e desça com elas até a altura dos quadris.
    9. Logo após, faça o movimento inverso, partindo dos quadris em direção aos ombros. Dê leves batidinhas ao longo das costas.
    10. Por fim, você poderá massagear agora seu rostinho suavemente.

    Essa é uma ótima oportunidade de estreitar os vínculos com o bebê, além de ser um momento muito gostoso de carinho e afeto.

    E se nada resolver, procure o odontopediatra. Pode ser que ele recomende entrar com algumas substâncias químicas naturais, aplicadas diretamente na gengiva do bebê.

    dentes do bebê
    Bebê com a boca aberta, mostrando dois dentinhos embaixo. Crédito da foto: Freepik

    Dentes do bebê – E a gengiva, como fica?

    Normalmente, a mamãe pode perceber que a gengiva do bebê está mais inchada ou avermelhada durante o nascimento dos primeiros dentinhos.

    Além disso, também existem casos em que se formam hematomas de erupção ou cistos de erupção, que são bolinhas arroxeadas que aparecem de forma espontânea, e logo desaparecem.

    São sinais que os dentes estão à caminho, mas nem sempre e nem em todas as crianças esses sinais são evidentes.

    Por isso, muitas vezes os pais não observam nenhuma alteração na gengiva que indique o possível surgimento dos dentes.

    É possível que os bebês tenham doenças relacionadas à gengiva?

    Normalmente, não! Felizmente, são quadros isolados em que o bebê pode apresentar episódios de febre ou ainda alterações nas fezes, porém isso ocorre uma vez ou outra.

    Não é uma regra ou doença. Se for frequente, aí sim é necessário investigar com o pediatra, pois pode ser um quadro de virose, por exemplo.

    Quais cuidados devemos tomar com a gengiva do bebê?

    Nos primeiros meses, é importante que a mamãe mantenha as gengivas do bebê saudáveis. Mas como?

    O cuidado mais importante é a amamentação, pois ela ajuda do desenvolvimento ósseo, muscular, respiração e posição da língua.

    Além disso, a amamentação também oferece todos os benefícios do leite materno, como as células de defesa que são transmitidas da mamãe para o bebê.

    Após a amamentação, a família deve higienizar apenas os cantos da boca do bebê. Não é preciso limpar a gengiva.

    Lembrando que é fundamental amamentar exclusivamente até os seis meses e estender até os dois anos com a amamentação não sendo exclusiva.

    Fora os demais benefícios, como a prevenção do câncer de mama, o leite materno é um alimento incrivelmente saudável para o bebê e ajuda a melhorar a imunidade do pequeno.

    Bebê de roupa rosa, sorrindo, com o dedo na boca. Crédito da foto: Freepik

    Primeiros dentes do bebê – Conclusão:

    Achou as dicas valiosas e gostaria de saber mais sobre os cuidados com a saúde bucal do seu bebê? Leia aqui outros artigos com esse tema:

    Caso você queira ficar sempre por dentro dos principais conteúdos, continue sempre acompanhando nosso blog Mil Dicas de Mãe. 

    Até a próxima!

  • Como estimular o bebê a mamar?

    Como estimular o bebê a mamar?

    Você sabe como estimular o bebê a mamar? Muitas mamães têm dificuldades de ensinar o bebê a pega para mamar, por isso, trouxemos dicas práticas para você seguir e técnicas que podem favorecer o aprendizado da criança.

    Afinal, os recém-nascidos precisam aprender a mamar, fazer a pega correta do seio para se alimentar adequadamente e não causar dores para a mamãe.

    É recomendado que, após a alta do hospital, o bebê já esteja pegando o peito adequadamente, mas isso nem sempre é vivido pela mulher.

    Com o tempo, a criança pode apresentar comportamentos como sonolência ao querer mamar, por isso, é importante saber como estimular o bebê a mamar no dia a dia.

    Veja mais: Alimentos na amamentação diária : O que posso comer e o que evitar?

     estimular o bebê a mamar
    Mãe amamentando o seu bebê. Foto: Canva

    Como estimular o bebê a mamar – Dicas para você

    Ao estimular o bebê a mamar, a mulher evita desconfortos para ela mesma e contribui para o desenvolvimento do pequeno, já que o leite materno é a principal fonte de vitaminas e nutrientes do recém-nascido.

    Os primeiros dias após o parto podem ser difíceis, a mulher precisa de toda uma rede de apoio para exercer sua função.

    Muitas crianças não aprendem a pega de primeira, precisam ser incentivadas diariamente e é sobre isso que iremos falar nos próximos tópicos.

    Veja, a seguir, as melhores dicas de como estimular o bebê a mamar, desde a posição mais confortável para o pequeno e sua mãe até os sinais que demarcam seu desempenho.

    1. Segure o bebê em uma posição confortável

    A primeira dica é que a mulher precisa segurar o bebê em uma posição confortável para ela e a criança.

    Utilize travesseiros e apoios para as costas, pois a mamãe ficará um tempo na mesma posição enquanto alimenta o bebê.

    Observe se as costas, perninhas, pescoço e cabeça do bebê estão bem alinhados, não devem estar torcidos.

    A criança precisa levantar o queixo na hora de mamar, por isso, verifique bem a posição do pequeno para que ele faça corretamente.

    Apoie os seus braços e o bebê em um travesseiro para melhorar a posição na hora da alimentação.

    2. Como estimular o bebê a mamar: Faça a criança abrir a boca corretamente

    Muitos bebês começam a brincar com o mamilo da mãe, alguns não abrem a boca corretamente ou apenas tiram a linguinha para fora. Por isso, faça a criança abrir a boca corretamente.

    Quanto mais aberta a boca do pequeno estiver, mais fácil ele irá aprender a fazer a pega corretamente que deve abocanhar toda a auréola do seio (ou boa parte dela).

    Para estimular o bebê a abrir a boca, comece segurando o mamilo perto do nariz da criança, vá descendo para o lábio superior e até que ele abra bem a boca para iniciar a pega.

    Bebê bocejando. Foto: Canva

    3. Aponte o mamilo para o céu da boca do bebê

    Quando o pequeno abrir a boca corretamente, de modo que a língua esteja na gengiva superior da boca, traga o bebê até seu colo e aponte o mamilo para o céu da boca da criança.

    Lembrando que o queixo deve estar encostado na mama, e os lábios e maxilar cobrindo boa parte da auréola.

    Algumas crianças abocanham toda a auréola da mama, outras não, por isso, não se preocupe tanto em cobrir toda essa parte do seio, pense na modulação conforme suas características físicas e da própria criança, as pessoas são diferentes.

    Leia mais: Começo da amamentação: Confira quais as dificuldades comuns!

    4. Como estimular o bebê a mamar: Queixo do bebê deve estar em contato com a mama

    Independente se o bebê está abocanhando toda a auréola ou não, um fato importante a observar é se o queixo do bebê está em contato com a mama.

    Cada mulher tem um formato natural do seio, inclusive, as crianças também possuem suas próprias características.

    Para estimular o bebê a mamar, observe se o queixo está em contato com a mama, o nariz precisa estar para cima facilitando a respiração e aprender a coordenação da sucção do leite.

    Conforme a criança for crescendo e realizando a pega correta, outros estímulos serão observados, como por exemplo, a troca de olhares entre mãe e bebê, um momento encantador.

    Bebê recém-nascido dormindo. Foto: Canva

    5. Observe como o bebê está mamando

    Quando a criança realizou a pega correta e está aprendendo a coordenação da sucção, observe como o bebê está mamando.

    O mamilo encosta no céu da boca da criança, a língua fica embaixo realizando o processo de sucção do leite materno.

    Esse movimento não deve causar dores na mãe e tampouco fazer barulhos altos como se estivesse puxando com força.

    A mãe pode sentir um leve puxão na mama, um efeito natural da amamentação, inclusive, a criança poderá fazer movimentos mais rápidos e curtos para estimular o leite.

    Quando o leite estiver fluindo, o bebê sugará com mais intensidade, em movimentos lentos e mais demorados.

    As pausas são esperadas, porém, logo ele retornará para a mesma movimentação anterior até que se sinta satisfeito.

    Se perceber um desconforto ou que a criança esteja pegando incorretamente a mama, interrompa a mamada tirando o bico do seio da boca do bebê. Outra dica é, com o dedo limpo, use a lateral da boca para introduzir o dedo e interromper a sucção.

    Observe os sinais de uma boa pega ao mamar

    Para que o estímulo do bebê para mamar alcance o objetivo corretamente, observe os sinais de uma boa pega ao mamar:

    • Queixo encostado na mama;
    • Nariz respirando normalmente;
    • Boca sobre boa parte da auréola do seio;
    • Sugadas lentas e intensas no início e vai se intensificando com a prática;
    • A amamentação natural não causa dores.

    O que a mulher pode sentir é um puxão da mama quando a criança está começando a fazer a pega, mas esse efeito vai deixando de existir com a prática da amamentação.

    Se você começar a sentir muita dor e desconforto durante a amamentação, considere conversar com o seu médico sobre isso, para que o problema seja investigado.

    Veja também: Cuidados com bebês: 15 dicas para mamãe de primeira viagem!

    Mãe com recém-nascido no colo. Foto: Canva

    Técnica da compressão das mamas – Como fazer?

    Para fazer o bebê mamar um nível maior de leite, existe a técnica da compressão das mamas, um método utilizado para solucionar casos de pouca produção de leite que favorece a estimulação do bebê para mamar. Veja como fazer!

    1. Verifique se a pega e a posição do bebê estão corretas;
    2. Para estimular o bebê a mamar mais, posicione seu corpo sobre o tórax da criança e depois contra a auréola, formando uma compressão das mamas;
    3. Mantenha a pressão até que o bebê realize a primeira pausa;
    4. Repita o mesmo processo de compressão das mamas quando a criança retorna para a mamada.

    Ao perceber a mama mais flácida, oferece o outro seio para a criança mamar, fazendo o mesmo movimento de compressão das mamas para estimular o bebê a mamar.

    Em caso de dúvidas, não hesite na hora de conversar com o médico, ok? Afinal, algumas mamães podem ter dificuldades, especialmente na primeira gestação, e o acompanhamento profissional é indispensável nesse sentido. 

    Boa sorte e boas descobertas!

  • Como estimular o leite materno?

    Como estimular o leite materno?

    Como estimular o leite materno? Essa é a dúvida de muitas mamães que sofrem ao querer alimentar o seu bebê. Pensando nisso, separamos algumas dicas práticas para você testar em casa.

    Afinal, o leite materno é o alimento mais adequado para o recém-nascido, porém, algumas mulheres têm dificuldades de amamentar o pequeno.

    É importante que a mulher sempre consulte seu médico, tirando suas dúvidas quanto às práticas de amamentação e de saúde em geral.

    Alguns especialistas em amamentação também podem ajudar, caso você não obtenha bons resultados com as nossas dicas de como estimular o leite materno. 

    Veja também: Como incentivar o bebê a falar? Veja dicas simples

    Como estimular o leite materno?
    Mãe dando leite ao bebê. Foco: Canva

    Como estimular o leite materno – Acompanhe as dicas

    Se você perceber que o bebê não está ganhando peso ou sujando menos as fraldas por dia, esses podem ser sinais de que a criança não está mamando o suficiente. Sendo assim, é preciso saber estimular o leite materno.

    É importante verificar alguns pontos como a frequência que o bebê mama, se está satisfeito com a mamada e demais sinais.

    Caso perceba que precisa estimular a produção de leite, considere pôr em prática as nossas sugestões, sem descartar o acompanhamento médico. Vamos lá! 

    Estimule a amamentação logo após o parto

    O ideal é que seja estimulada a amamentação logo após o parto, mais ou menos em 1 hora após o nascimento da criança. Se não for possível, faça esse encontro o quanto antes.

    Esse primeiro contato de mamãe com seu bebê favorece não só a necessidade biológica da criança, como também é uma forma de reconhecimento entre ambos.

    O bebê começa a aprender o modo correto de mamar, estimulado pela mãe que também está aprendendo no ato de amamentar.

    Essa troca de contato físico aguça os 5 sentidos da criança, que até o momento estava no “forninho”, esperando para sua chegada.

    Bebê recém-nascido segurando na mão da mãe. Foto: Canva

    Beba bastante água para estimular a produção de leite

    Para estimular a produção de leite, beba bastante água, sendo esta uma forma natural de estimulação do corpo feminino.

    O organismo precisa de mais energia e a água é um importante combustível para produzir mais leite para o pequeno.

    O recomendado é que a mulher beba de 200 a 300 ml de água antes e depois de amamentar.

    Além disso, a água corresponde a 87% do leite materno, ajudando a criança a se desenvolver naturalmente saudável e, em contrapartida, servindo de hidratante natural para a mamãe.

    Veja também: Como estimular a leitura – 15 dicas para incentivar seu filho

    Identifique se a pegada do bebê está correta

    Às vezes, a dificuldade de produção de leite da mulher está relacionada a forma que a criança está mamando.

    Portanto, a nossa dica é que você identifique se a pegada do bebê está correta, ou seja, se a criança abocanha a aréola do seio por completo, fazendo barulhinhos de sucção enquanto mama.

    É importante identificar se a mulher não está sentindo dor nos seios, sendo este um indício que a pega da mama não está correta.

    O movimento correto de sucção durante a mamada também estimula a produção de leite materno, por isso, é importante observar o modo da criança mamar.

    Mãe com o seu bebê no colo. Foto: Canva

    Mantenha uma frequência na amamentação

    Para ajudar a estimular o leite materno, mantenha uma frequência na amamentação, criando uma rotina para você e a criança.

    De modo geral, a criança poderá mamar de 8 a 12 vezes por dia, totalizando de 2 a 3 horas amamentando o bebê recém-nascido.

    A demanda pode aumentar com os picos de crescimento da criança, e isso pode ser observado na prática.

    Para as mamães que precisam trabalhar, uma dica é estimular a produção de leite usando a bombinha, regularmente.

    Tente bombear leite por 15 minutos em um período de algumas horas alternadas. Aproveite para usar uma bomba dupla para aumentar os níveis de produção dos dois seios.

    Estimular o leite materno usando os dois seios

    Você também poderá estimular o leite materno usando os dois seios para amamentar o bebê. 

    Durante as primeiras mamadas da criança, oferece cada um dos seios para ela identificar a possibilidade.

    Tem crianças que ao longo do tempo mamam nos dois seios, outras possuem aquele preferido para mamar.

    Experimente oferecer os dois seios para estimular a produção de leite de ambos, podendo usar também a bombinha caso a criança não esteja pegando o outro seio.

    Bebê amamentando. Foto: Canva

    Uma dica extra: verifique se a baixa produção de leite não está ligada ao uso de medicação e saúde mental da mulher.

    Às vezes, conversando com um especialista em amamentação, psicólogo e médico pode ser possível receber a ajuda na sua prática para estimular o leite materno.

    Boa sorte e muita saúde para você e o seu bebê!

    Veja mais: Como estimular a criatividade das crianças?

  • Alimentos na amamentação diária : O que posso comer e o que evitar?

    Alimentos na amamentação diária : O que posso comer e o que evitar?

    Existem alguns Alimentos na amamentação diária que são permitidos e proibidos, mas quais são eles? O que comer e o que evitar?

    A amentação é um momento único e especial na vida da mãe, por isso a alimentação deve ser levada em consideração, já que é um fator muito importante nesse momento.

    Isso porque a nossa alimentação é capaz de alterar a composição do leite materno. Por isso, durante esse período todo de amamentar o bebê, o ideal é tomar alguns cuidados com a dieta, principalmente para evitar que algumas substâncias sejam passadas para o bebê através do leite ou que o sabor do leite seja alterado. Afinal, isso dificulta todo o processo de amamentação.

    Por esses motivos, todo cuidado é pouco! Continue lendo o nosso artigo para saber quais são os alimentos que devem ser ingeridos e quais devem ser evitados. Vamos lá?

    alimentos na amamentação
    Mulher amamentando bebê. Crédito da foto: Freepik

    Alimentos na amamentação diária : O que devo evitar?

    Com a chegada do bebê, a rotina da mãe muda por completo, desde as noites de sono interrompidas até a alimentação na amamentação, que pode precisar de alguns cuidados por conta da saúde da criança.

    Primeiramente, vamos ver quais são os alimentos que devem ser evitados durante o período de amamentação.

    Já adiantando, alguns exemplos de alimentos que as mamães devem evitar são os alimentos com sabor muito intenso, como alho ou aspargos.

    Da mesma forma, não é legal ingerir alimentos que contenham cafeína, como o chocolate, o café ou o chá preto.

    Além disso, o consumo de chás também deve ser feito com cuidado, já que várias plantas podem provocar efeitos colaterais na mãe e no bebê.

    Alguns estudos também indicam que o surgimento de cólicas no bebê pode, algumas vezes, estar relacionado com a alimentação da mãe. Principalmente se a mãe consumir alguns alimentos como leite e derivados, além de amendoim e camarão.

    Isso porque esses alimentos podem produzir substâncias que são liberadas no leite materno e acabam irritando o intestino do bebê, provocando as cólicas.

    Leia aqui – Chás na gravidez: Quais os indicados e quais evitar?

    Os alimentos que não recomendamos na gravidez são os seguintes:

    1. Álcool

    Em primeiro lugar, o álcool. Ele é super proibido durante toda a gestação e também amamentação.

    Isso porque o álcool passa rapidamente para o leite materno, de modo que após 30 a 60 minutos, o leite possui a mesma quantidade de álcool que o organismo.

    A presença do álcool no leite materno pode afetar o sistema nervoso do bebê causando sonolência e irritabilidade, comprometer o seu desenvolvimento neurológico e psicomotor e até mesmo causar atraso ou dificuldade para aprender a falar e a caminhar.

    Além disso, o organismo do bebê não elimina tão facilmente o álcool do organismo como acontece em adultos, o que pode causar intoxicação no fígado. E não queremos isso, não é mesmo?

    Do mesmo modo, as bebidas alcoólicas também podem diminuir a produção do leite materno e reduzir a absorção de nutrientes no intestino da mãe, que são necessários para o crescimento e desenvolvimento do bebê.

    Por isso, deve-se evitar ao máximo consumir álcool durante a amamentação, combinado?

    Vale ressaltar que, se por acaso a mulher esteja com muita vontade de ingerir bebida alcoólica, é recomendado tirar o leite antes e armazenar para dar ao bebê.

    No entanto, se não fizer isto, e beber pequenas quantidades de álcool, como 1 copo de cerveja ou 1 taça de vinho, por exemplo, deve-se esperar em torno de 2 a 3 horas para amamentar novamente.

    2. Cafeína

    Em segundo lugar, a cafeína. Ou seja, todos os alimentos ricos em cafeína, como café, refrigerantes de cola, energéticos, chá verde, chá mate e chá preto devem ser evitados ou consumidos em pequenas quantidades durante a amamentação.

    Isto porque o bebê não consegue digerir a cafeína tão bem quanto os adultos, e o excesso de cafeína no corpo do bebê pode trazer à ele dificuldade para dormir e irritação.

    Além disso, quando a mulher ingere grandes quantidades de cafeína, o que corresponde a mais de 2 xícaras de café por dia, os níveis de ferro no leite podem diminuir. E, assim, diminuir os níveis de hemoglobina do bebê, podendo causar anemia.

    Portanto, a recomendação é de tomar no máximo duas xícaras de café por dia, o que equivale a 200 mg de cafeína, ou também pode-se optar pelo café descafeinado. Melhor ainda!

    Alimentos na amamentação diária: 3. Chocolate

    Da mesma forma, o chocolate não deve fazer parte da dieta da mamãe em frandes quantidades.

    Pois o chocolate é rico em teobromina, uma substância que possui um efeito semelhante ao da cafeína.

    Além disso, alguns estudos mostram que 113 g de chocolate tem aproximadamente 240 mg de teobromina e pode ser detectada no leite materno 2 horas e meia após sua ingestão, podendo causar irritação no bebê e dificuldade para dormir.

    Por isso, deve-se evitar comer grandes quantidades de chocolate ou comer todos os dias.

    No entanto, pode-se consumir um quadradinho de 28 g de chocolate, que corresponde a aproximadamente 6 mg de teobromina, e não causa problemas no bebê.

    4. Alimentos de sabor intenso

    Assim também, os alimentos de sabor intenso, como o alho, os aspargos ou a cebola, ou os condimentos mais fortes também devem ser evitados.

    Isso porque eles podem causar alteração do sabor e do cheiro do leite materno, principalmente quando consumidos diariamente ou em grandes quantidades.

    Outro ponto é que isso pode fazer com que o bebê rejeite o leite materno, dificultando o processo de amamentação.

     alimentos na amamentação
    Mulher amamentando seu filho bebê enquanto descasca frutas em cima da mesa, na cozinha. Crédito da foto: Freepik

    Alimentos na amamentação diária : O que devo evitar?

    5. Alimentos processados

    Normalmente, os alimentos processados ​​são ricos em calorias mas pobres em nutrientes como fibras, vitaminas e minerais, o que pode prejudicar a produção e a qualidade do leite materno.

    Esses alimentos incluem salsichas, batatas fritas e salgadinhos, frutas em calda ou cristalizadas, bolachas e biscoitos recheados, refrigerantes, pizzas, lasanhas e hambúrgueres, por exemplo.

    Por isso, o ideal é limitar sua ingestão o máximo possível e dar preferência a alimentos frescos e naturais.

    Ou seja, o certo é fazer uma dieta balanceada para fornecer todos os nutrientes necessários para a saúde da mulher e a produção de leite de qualidade para o bebê.

    6. Alimentos crus

    Os alimentos crus como os peixes crus usados na culinária japonesa, ostras ou leite não pasteurizado, por exemplo, são uma fonte potencial de intoxicação alimentar, o que pode causar infecção gastrointestinal para a mulher com sintomas de diarreia ou vômito, por exemplo.

    Apesar de não causar nenhum problema ao bebê, a intoxicação alimentar pode causar desidratação na mulher, prejudicando a produção de leite.

    Por isso, deve-se evitar os alimentos crus ou consumi-los apenas em restaurantes de confiança.

    7. Alguns tipos de chá

    Alguns tipos de chá podem afetar a produção de leite ou causar efeitos colaterais no bebê, como é o caso da erva-cidreira, orégano, salsa, hortelã-pimenta, ginseng, kava-kava ou anis-estrelado, por exemplo.

    Assim, esses chás devem ser evitados sempre que possível ou consumidos apenas sob orientação de um médico.

    8. Alimentos que causam alergia

    Alimentos na amamentação diária: Algumas mulheres podem ter alergia a certos alimentos e o bebê também pode desenvolver alergia aos alimentos que a mãe ingere durante a amamentação.

    É importante que a mulher esteja atenta principalmente ao consumir algum dos seguintes alimentos:

    • Leite e derivados;
    • Soja;
    • Farinha de trigo;
    • Ovos;
    • Frutos secos, amendoim e castanha;
    • Milho e xarope de milho, sendo este último muito encontrado com ingrediente de produtos industrializados, podendo ser identificado no rótulo.

    Esses alimentos tendem a causar mais alergia e podem provocar sintomas no bebê como vermelhidão na pele, coceira, eczema, prisão de ventre ou diarreia.

    Por isso, é importante observar o que foi consumido de 6 a 8 horas antes de amamentar o bebê e a presença dos sintomas.

    Caso suspeitar que qualquer um desses alimentos esteja causando alergia, deve-se eliminá-lo da dieta e levar o bebê ao pediatra para avaliação, já que existem diversos motivos que podem causar alergia na pele do bebê além dos alimentos.

    9. Aspartame

    Por fim, o aspartame deve ser evitado na dieta da mamãe. Isso porque ele é um adoçante artificial que quando consumido é rapidamente decomposto no corpo da mulher formando a fenilalanina, um tipo de aminoácido, que pode passar para o leite materno.

    E, por isso, seu consumo deve ser evitado principalmente nos casos em que o bebê tem uma doença chamada fenilcetonúria, que pode ser detectada logo após o nascimento através do teste do pezinho.

    A melhor forma para substituir o açúcar é usar um adoçante natural proveniente de uma planta chamada estévia, sendo o seu consumo permitido em todas as fases da vida.

    Por fim, o importante reforçar que o ideal é não fazer várias restrições alimentares. Isso pode gerar incorreta ingestão de nutrientes, o que pode ser prejudicial para a produção de leite.

    Mãe brincando com seu bebê. Crédito da foto: Freepik

    Alimentos na amamentação diária : O que posso comer?

    Agora que já vimos todos os alimentos na amentação que devemos evitar, vamos ver o que é permitido comer!

    Em síntese, para obter todos os nutrientes que o corpo necessita durante a amamentação, é importante fazer uma dieta balanceada. Ela deve conter:

    • Proteínas como carne magra, frango sem pele e peixes livres de mercúrio;
    • Sementes e leguminosas;
    • Frutas, legumes e verduras;
    • Ovos;
    • Carboidratos como pão integral, arroz e batatas cozidas;
    • Gorduras boas como azeite de oliva extravirgem.

    Vale lembrar que é importante que a mulher faça seis refeições por dia: desjejum, lanche matutino, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia noturna.

    Ah! Outra dica é consumir produtos orgânicos, principalmente verduras, já que elas vêm com bastante agrotóxicos aqui no Brasil. Por isso, na medida do possível, procure consumir alimentos orgânicos.

    Alimentos na amamentação diária: Beba água!

    Alimentos na amamentação diária : Em conclusão, mantenha a hidratação sempre em dia. Por isso, beba muito água! Ela irá te deixar hidratada e manterá uma adequada produção de leite para o seu bebê.

    Ou seja, mantenha sempre uma garrafinha de água ao seu lado, principalmente quando estiver amamentando.

    E lembre-se: a dieta varia muito de mãe para mãe, por isso observe o seu bebê e veja se a cólica dele pode estar relacionada com algum alimento que você ingeriu. Existem mães que comem chocolate e o bebê não sente cólica, e existem mães que comem um pequeno pedaço e o filho já sente.

    Por isso, o ideal é observar mesmo e ter cautela na alimentação. Afinal, o esforço com certeza vale a pena!

    Gostou do nosso artigo? Esperamos que ele tenha sido útil para você!

    Confira também – Febre do bebê: Dicas para abaixar ela em casa!

  • Começo da amamentação: Confira quais as dificuldades comuns!

    Começo da amamentação: Confira quais as dificuldades comuns!

    No artigo de hoje, confira quais são as dificuldades mais comuns no começo da amamentação e como contornar esses desconfortos, que são muito recorrentes na vida da maioria das mamães.

    No começo da amamentação, é normal que a algumas mães se queixem de algumas dificuldades, apesar desse momento ser um dos mais incríveis e aguardados pelas mulheres a espera de um filho.

    É um momento único na vida da mãe e fortalece o vínculo entre ela e o bebê, sendo a amamentação uma prática saudável e muito recomendada pelos médicos.

    Por isso, essa prática é muito benéfica tanto para a mãe quanto para o bebê, a amamentação parece, à primeira vista, uma prática completamente inata a toda mulher, sem segredos. Porém, o que muita gente não sabe é que a maior parte das mães de primeira viagem experimenta dificuldades comuns na amamentação, especialmente nos primeiros meses.

    Para te ajudar nessa jornada, acompanhe algumas dicas para contornar as dificuldades mais comuns relatadas em consultório.

     começo da amamentação
    Mulher amamentando o seu bebê. Crédito da foto: Freepik

    1. Estou sentindo dor ao amamentar! O que pode ser?

    Pouco após o nascimento do bebê, é comum que a mulher experimente algum tipo de incômodo durante as primeiras amamentações, especialmente porque seus mamilos ficam mais sensíveis com a “descida” do leite para os ductos mamários.

    Contudo, a tendência é que o corpo se acostume e se adapte à prática progressivamente. Caso isso não aconteça e você ainda esteja experimentando dor, o ideal é procurar o médico para considerar outras razões.

    Uma das causas mais comuns de dor durante a amamentação está relacionada com o surgimento de rachaduras ou fissuras nas mamas. Essas pequenas lesões, além de tornarem doloroso o momento da amamentação, podem gerar complicações mais sérias.

    Quando isso ocorre, acaba configurando canais de entrada perfeitos para entrada de bactérias e possibilitando quadros de infecção. Como por exemplo, o quadro de mastite infecciosa, uma complicação da mastite lactacional.

    Além disso, na mastite lactacional, a mulher pode notar um endurecimento de uma das mamas, que fica com uma aparência avermelhada e dolorida. Essa condição atinge pelo menos 10% das mães nos primeiros três meses de amamentação e deve ser tratada quanto antes para prevenir complicações.

    O “empedramento de leite” nas mamas, que acontece quando existe um excesso de leite estagnado nos ductos mamários também é uma das principais causas da mastite lactacional; além disso, pode causar dor e desconforto para a mulher.

    Resumindo, o ingurgitação mamário, que é o acúmulo de leite nas mamas, acontece, normalmente, na época da apojadura – que é a descida do leite-  pode até evoluir para uma mastite. A pega adequada é o segredo do sucesso.

    Para a pega correta, o ideal é que o bebê tenha a boca bem aberta e que o mamilo seja direcionado em direção ao céu da boca dele. A criança deve ser incentivada a pegar mais a parte de baixo da aréola do que a de cima.

    Isso, associado a um bom fluxo de leite, proporciona que o bebê faça sucções efetivas, ou seja, que ele consiga retirar uma quantidade de leite adequada. A mamada também se torna mais confortável. O bebê abocanhar penas o bico do seio é outra causa de sofrimento comum.

    Portanto, a verdade é que, apesar de ser um momento único e muito gostoso, o ato de amamentar pode doer, sim. E por vários motivos, que vão dos bicos rachados aos seios muito cheios… Veja como solucionar abaixo!

    Como contornar essa dificuldade comum no começo da amamentação?

    Para prevenir tanto a formação de rachaduras e lesões quando a mastite, é necessário observar se a “pega”, isto é, a maneira como o bebê envolve o mamilo com a boca para se alimentar, está correta ou não.

    Na pega correta, o bebê terá a boca bem aberta, com os lábios virados para fora, abocanhando toda a auréola do seio. O nariz não deve encostar no peito, apenas o queixo!

    Tomar cuidado com a posição durante a amamentação também é importante! Amamentar deitada ou recostada, por exemplo, pode ajudar a diminuir a pressão nas mamas, prevenindo lesões e dores. Experimente diferentes posições!

    Um consultor de aleitamento, um pediatra ou ginecologista obstetra podem te ajudar a encontrar a melhor posição, bem como te ensinar a melhor maneira de se fazer uma pega apropriada.

    Para prevenir o empedramento de leite, uma das soluções mais simples é tomar cuidado para que os intervalos entre as mamadas não sejam muito longos. A utilização de compressas frias nos seios, bem como banhos de banheira com a submersão das mamas em água morna também podem ajudar a aliviar a dor.

     começo da amamentação
    Mãe amamentando o seu bebê. Crédito da foto: Freepik

    Dificuldades comuns no começo da amamentação e como resolver

    2. Não tenho leite o suficiente, o que fazer?

    Do mesmo modo, a produção de pouco leite materno especialmente nos primeiros dias depois de o nascimento do bebê é normal e acontece porque as alterações hormonais relacionadas com a produção do leite continuam acontecendo até por volta do quarto dia desde o início da amamentação.

    Depois desse intervalo, a tendência é que a produção de leite aumente, por isso, não se preocupe!

    Especialmente nos primeiros dias, o estômago do bebê ainda é muito pequeno, não necessitando de tanto leite. Além disso, as mamadas constantes garantem que ele terá a nutrição necessária. Você só deve se preocupar se o bebê experimentar uma diminuição de peso não esperada ou sinais de desidratação.

    Nesse caso, a ajuda de um profissional da saúde pode te orientar e tranquilizar sobre qual o melhor caminho a se tomar.

    Outras soluções são:

    Primeiramente, procure o apoio de um consultor em aleitamento, de um especialista em amamentação ou de um profissional de saúde, que poderá avaliar se tem um problema de produção de leite. Quanto mais cedo tiver ajuda, melhor.

    Em segundo lugar, amamente em livre demanda e não de acordo com um horário. Na primeira semana após o parto, o seu recém-nascido vai querer mamar pelo menos a cada duas ou três horas (ou até mais vezes!) ao longo do dia e da noite. Esta frequência ajuda a desenvolver a sua produção de leite.

    Em seguida, que tal cuidar mais de si? Nem sempre é fácil com um recém-nascido, mas tente descansar sempre que puder, coma bem e obtenha tanta ajuda quanto possível para todas as tarefas! E também para cuidar de qualquer outra criança, para que você possa concentrar na amamentação.

    Por fim, experimente a extração. Se o seu bebê se alimenta com frequência, mas, mesmo assim, não ganha peso, um consultor em aleitamento ou especialista em amamentação pode recomendar a extração para aumentar a sua produção de leite.

    Como contornar?

    Caso a produção de leite não aumente mesmo depois da primeira semana, isso pode ser um sinal de cansaço exacerbado ou problemas com a alimentação.

    Ter um bebê, especialmente se é o seu primeiro, pode ser muito estressante e isso também pode afetar o seu corpo, bem como a produção de leite.

    Por isso, cuide de você mesma e não dispense a ajuda de um profissional de saúde para te ajudar nessa tarefa.

     3. Estou produzindo leite demais! O que fazer?

    Já discutimos como o empedramento de leite pode gerar dor e levar até mesmo ao desenvolvimento de mastite lactacional. Porém, outros problemas podem estar associados a produção exagerada de leite materno.

    Por exemplo, durante os 2 primeiros meses, o corpo ainda está se acostumando com a “produção certa” de leite para o bebê.

    Sendo assim, depois desse intervalo, a quantidade de produção costuma se adequar à demanda do bebê. Porém, em alguns casos, a produção de leite pode ser muito além da necessária, configurando um quadro de hiperlactação.

    Aliás, a hiperlactação (além de causar o empedramento de leite) pode fazer com que o leite em excesso saia em jatos, potencialmente levando o bebê a se assustar e engasgar, em certos casos.

    Como contornar?

    O tratamento para casos de hiperlactação costuma ser simples e pode ser amenizado com uma rotina de amamentação frequente, de livre demanda, observando as posições de amamentação (priorizando a posição recostada, para que seu bebê consiga controlar melhor o fluxo de leite) e realizando extrações manuais de leite.

    Uma vez extraído, esse leite pode ser transferido para um recipiente e utilizado para a alimentação posterior do bebê. Porém, lembre-se que esse leite deve ser consumido em até 24 horas!

    Bebê amamentando com a mãe. Crédito da foto: Freepik

    Dificuldades comuns no começo da amamentação e como resolver

    4. Meu leite está vazando nas minhas roupas. E agora?

    Em suma, é normal que, especialmente nos primeiros meses, com o corpo ainda se acostumando com os estímulos de produção de leite, acaba vazando um pouco de excesso do leite. Isso pode manchar as roupas e causar um pouco de constrangimento, porém é muito normal. Mas por que isso ocorre?

    Em primeiro lugar, isso pode acontecer tanto devido à pressão dos sutiãs e roupas nas mamas.

    Do mesmo modo, pode ser que o leite vaze quanto pelo simples estímulo auditivo de um bebê chorando num supermercado.

    Contudo, saiba que esse processo é normal! E, se não acompanhado de outros sintomas, não é razão para se preocupar!

    Como contornar?

    Começo da amamentação: Primeiramente, tome cuidado para não usar sutiãs ou roupas apertadas, especialmente na área ao redor das mamas. Além disso, para te garantir mais segurança, você pode utilizar protetores de mama laváveis e descartáveis por dentro do sutiã.

    Caso a perda de leite seja considerável, você também pode utilizar coletores de leite que se adaptam ao lado interno do sutiã.

    Dessa forma, depois de preenchidos, esse leite por ser conservado na geladeira por até 24 horas e utilizado na alimentação do seu bebê.

    Agora que você já sabe como contornar os problemas mais comuns no começo da amamentação, separamos outros artigos com o mesmo tema para você ler:

    Esperamos que esse artigo tenha sido útil, continue acompanhando o nosso blog Mil Dicas de Mãe!

  • Cuidados importantes para o Recém-nascido

    Cuidados importantes para o Recém-nascido

    O nascimento de um filho é sempre um momento emocionante e especial, mas pode ser preocupante, por isso existem alguns cuidados importantes com o bebê.

    Os pais de primeira viagem costumam ter dúvidas sobre os cuidados que devem ter com os pequenos nos primeiros dias de vida.

    Separamos algumas dicas e informações importantes, mas que devem ser flexíveis e adaptadas a cada família e de acordo com o pediatra escolhido para o bebê.

    Veja abaixo!

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    Bebê recém-nascido segurando a mão da mamãe. Crédito da foto: Freepik

    Recém-nascido: Primeiros cuidados importantes com o bebê

    Para cuidar do recém-nascido em casa, os pais precisam dedicar muito tempo ao bebê, pois ele é muito pequenino e frágil e precisa de muita atenção.

    Os pais devem, por isso, ter alguns cuidados básicos para manter o conforto do recém-nascido e garantir que cresce forte e saudável como: alimentar corretamente, mudar a fralda frequentemente e dar banho pelo menos 3 vezes por semana.

    Veja nossas dicas de cuidados importantes com os pequenos!

    Cuidados importantes – 1) Aleitamento materno

    A segunda dica é sobre a importância do aleitamento materno, afinal esse é o único alimento que o seu recém-nascido precisa.

    No leite da mamãe tem todos os nutrientes necessários para a formação e desenvolvimento do seu bebê, bem como para a imunidade dele.

    Além disso, é muito importante estimular o processo de amamentação pois o contato pele a pele fortalece o vínculo materno.

    Existe uma frequência ideal?

    O bebê deve mamar sempre que quiser, por isso, não existe uma frequência correta definida para dar de mamar.

    Porém, é comum o bebê ter fome a cada 2 ou 3 horas durante o dia e, não deve passar mais de 4 horas sem comer, mesmo durante a noite.

    Cada mamada demora em média 20 minutos, sendo no inicio mais rápida e depois mais lenta.

    A mãe pode amamentar no peito sentada ou deitada, sendo que o importante é que a mãe se sinta confortável e que o bebê consiga fazer uma pega adequada da mama.

    Lembre-se de fazer o bebê arrotar depois de cada mamada. Para isso, segure-o sobre o ombro e dê tapinhas delicados em suas costas.

    Veja aqui como aumentar a produção de leite materno.

    Cuidados importantes – 2) Banho do bebê

    A água não precisa ser filtrada, mas se deve ter um cuidado com o ouvido do bebê para que não caia água dentro e provoque infecções posteriores, a temperatura ideal para o banho do bebê é de 36°.

    Passe o braço pelas costas do bebê e prenda-o embaixo do braço do bebê, apoiando a cabeça dele em seu antebraço.

    Sempre comece o banho molhando primeiro os pés do bebê, para que ele possa ir se acostumando melhor.

    Nunca acrescente água quente ou fria no momento em que o bebê estiver na banheira e tente fazer com que o banho seja rápido, entre 10 à 15 minutos.

    3) Faça visitas regulares ao pediatra

    Após a saída do bebê da maternidade, o médico estabelece o ritmo das próximas visitas, isso vai depender mais do pediatra e saúde do bebê. Geralmente as visitas ocorrem no 15° dia, no primeiro e, depois, mensalmente.

    Cuidados importantes – 4) Limpeza do coto umbilical

    Enquanto o bebê tiver o coto umbilical, orientamos que seja dado apenas um banho por dia.

    Após a queda deste coto umbilical, você pode dar mais banhos, porém o uso do sabonete deve ser apenas uma vez ao dia para não ressecar a pele.

    Até lá, é preciso higienizar bem a base dele, mais próxima da pele, com álcool 70% a cada troca de fraldas. É normal sair um pouco de sangue.

    5) Evite dar chupeta

    Durante os primeiros dias de vida do bebê, é mais importante que se evite o uso da chupeta, pois ela atrapalha o processo de amamentação.

    Mãe amamentando seu filho recém-nascido. Crédito da foto: Freepik

    Recém-nascido: Primeiros cuidados importantes com o bebê

    Cuidados importantes – 6) Prepare o quarto do bebê

    O quarto do bebê deve ser simples e estar sempre limpo, para evitar a acumulação de pó e bactérias que são prejudiciais à saúde.

    Os equipamentos essenciais e recomendados para o quarto são:

    • Uma muda-fraldas para trocar a fralda e vestir e despir o bebê facilmente;
    • Cadeira ou cadeirão confortável para a mãe dar de mamar;
    • Armário para a roupa do bebê e para a roupa de cama;
    • Berço ou cama, que deve ter colchão impermeável e lençóis e cobertores de algodão e as grades com espaçamento menor que 6 cm.

    Além disso, o quarto deve ser amplo e arejado, mantendo uma temperatura confortável, o que pode variar entre os 20º C e os 22º C.

    O chão não deve ter tapetes nem muitos brinquedos, principalmente de pelúcia, pois acumulam maior quantidade de pó, facilitando o aparecimento de alergias.

    7) Vista o recém-nascido adequadamente

    Uma das partes mais gostosas da gravidez sem dúvidas é preparar o enxoval do baby, incluindo as roupinhas e sapatinhos que ele irá usar. Mas lembre-se de alguns cuidados!

    A roupa do bebê deve ser de algodão, sem fitas, pelos, elásticos ou botões e, se possível, deve-se vestir 2 peças separadas, como blusa e calças, pois é mais fácil vestir e mudar.

    Para evitar a irritação da pele do bebê, deve-se cortar todas as etiquetas e deve-se vestir apenas mais uma peça de roupa que os pais estão vestindo. Por exemplo, se os pais estão usando 2 blusas, o bebê deve ter 3.

    No inverno a roupa exterior deve ser de lã, pois é mais quente e a roupa de verão deve ser toda de algodão, pois ajuda que a pele respire melhor.

    ​​Além disso, a roupa do bebê deve ser lavada à parte da roupa dos adultos e a secagem deve ser feita, idealmente, na máquina de secar porque isso a deixa mais suave.

    Caso se prefira deixar a roupa para secar naturalmente, a roupa do bebê deve secar no interior de casa, para evitar pegar a poluição do exterior.

    8) Tente entender porque o bebê está chorando

    Chorar é a principal forma que o bebê tem para alertar os pais de algum desconforto, como fralda suja, fome ou medo.

    Por isso, saber identificar o tipo de choro é importante para conseguir acalmar o bebê mais rapidamente.

    Para perceber o choro deve-se estar atento ao som e aos movimentos do corpo do bebê, que normalmente ajudam a identificar a razão do choro.

    Veja os principais motivos do choro e sua descrição:

    Dor ou cólica: Choro agudo e curto mas muito alto, ficando alguns segundos sem chorar mas com a face vermelha e as mãos fechadas. Ele não para mesmo que se pegue no colo.

    A dor pode ser provocada por cólica, que é mais comum até aos 4 meses, especialmente em bebês que tomam leite artificial.

    Fome: Chora aos soluços e mexe a cabeça para os lados, mantendo a boca aberta.

    Cansaço: É um choro típico do final do dia e o recém-nascido chora, gemendo e franzindo as sobrancelhas e a testa.

    Medo ou tédio: Choraminga mas acalma-se quando alguém fala com ele, canta ou pega no colo.

    Algumas formas que podem ajudar a acalmar o recém-nascido incluem procurar um ambiente calmo, fazer uma massagem, dar de mamar ou enrolá-lo numa manta.

    Descubra aqui: Soluço no bebê: é normal? Como parar?

    cuidados importantes
    Bebê recém-nascido enrolado em uma manta azul, numa caminha branca, dormindo. Crédito da foto: Freepik

    Outros cuidados importantes com o recém-nascido

    Por fim, a melhor forma de manter o recém nascido seguro consiste em vários cuidados importantes, como nunca o deixar sozinho, pois ainda é muito pequeno e frágil.

    No entanto, outras medidas de segurança fundamentais também incluem:

    Verificar sempre a temperatura de qualquer objeto ou alimento que entre em contato com o bebê, para evitar queimaduras.

    Deitar o bebê sempre de barriga para cima, tocando com os pés no fundo da cama e mantendo a roupa da cama presa até à axila do bebê, para evitar asfixia.

    Transportar o bebê em uma cadeirinha que pertença ao grupo 0+, que é adequada ao peso e tamanho do bebê.

    Travar o carrinho ou ovo sempre que estiver parado e não o colocar em locais altos, para evitar quedas.

    No carro, colocar a cadeirinha no banco de trás, preferencialmente no lugar do meio, de costas para o sentido do trânsito.

    No caso do automóvel ter apenas 2 lugares, a criança pode ser transportada à frente, porém é necessário desativar o sistema de airbag.

    ​Evitar entrar em contato direto com animais com pelo, pois pode provocar alergias respiratórias.

    Todos estes cuidados ajudam o recém-nascido a estar seguro e a crescer de um forma mais saudável, evitando o surgimento de complicações e até algumas doenças.

    Esperamos que tenha gostado desse artigo e ele tenha sido útil para você! Com certeza ter um bebê é uma das experiências mais gratificantes e especiais na vida de uma mulher.

    Apesar de todos os cuidados importantes que são necessários, um bebê traz esperança, fé e amor para uma casa.

    Ele é a prova de que a vida pode se renovar e sempre trazer coisas boas para toda família!

  • Como emagrecer no pós-parto? Dicas e cuidados!

    Como emagrecer no pós-parto? Dicas e cuidados!

    No pós-parto, é normal a mulher querer emagrecer, para voltar ao peso que tinha antes de engravidar, para aumentar a sua autoestima e para se sentir bem.

    No entanto, durante essa fase a perda de peso deve ser progressiva, não sendo recomendado realizar dietas restritivas, pois pode ter consequências para mãe e para o bebê.

    É importante manter uma alimentação equilibrada e saudável que favoreça a perda de peso naturalmente depois do parto, devendo perder entre 250 a 500 gramas por semana.

    Iremos dar algumas dicas de como emagrecer no período pós-parto. Veja só!

    pós-parto
    Mulher grávida com roupa de ginástica, sentada. Crédito da foto: Freepik

    Como emagrecer no pós-parto – 1. Amamente seu filho

    Em primeiro lugar, é muito importante tentar amamentar sempre que possível, pois nesse processo é utilizada a gordura que foi armazenada durante a gravidez, assim como as calorias que se consomem para estimular a produção de leite materno.

    Assim, a amamentação favorece a perda de peso no pós parto, já que para produzir 1 litro de leite materno são necessárias 800 calorias por dia, em que 500 calorias são fornecidas pela dieta e 300 calorias são do depósito materno.

    Por isso, durante a amamentação, a mãe perde 1 a 2 kg por mês, de forma lenta e gradual, devido à quantidade de energia que se utiliza para produzir o leite materno.

    Ou seja, durante este período não é aconselhado adotar nenhum tipo de dieta restritiva para emagrecer.

    Amamentar emagrece em quanto tempo?

    A mulher que amamenta exclusivamente, geralmente até aos 6 meses, consegue voltar ao peso antes de engravidar, pois:

    • ​Logo após o parto a mulher perde cerca de 9 a 10 kg;
    • Após 3 meses pode perder até 5-6 quilos, se amamentar exclusivamente;
    • Após 6 meses pode também perder até 5-6 quilos, se amamentar exclusivamente.

    No entanto, se a mulher engordar muito na gravidez poderá demorar mais de 6 meses a voltar ao peso antes de engravidar, especialmente se ela não amamentar de forma exclusiva ou não seguir uma alimentação equilibrada durante a amamentação.

    2. Tenha uma alimentação saudável

    Após o parto é importante que a mulher mantenha uma alimentação saudável e equilibrada para não só promover a saúde do bebê, mas também parar manter a sua saúde e favorecer a perda de peso e, por isso, é importante incluir no dia a dia alimentos ricos em sais minerais, vitaminas e ferro.

    A dieta para o pós-parto tem que ser rica em líquidos, cereais integrais, frutas, legumes, peixe, leite e derivados porque esses alimentos são ricos em nutrientes que vão ajudar a recém mamãe a recuperar a forma rapidamente, assim como também conseguem responder às exigências energéticas da amamentação.

    É importante também que a mulher diminua a quantidade de sal na alimentação do dia a dia e evitar alimentos gordurosos e ricas em açúcar, pois além de interferir no processo de perda de peso, também pode levar à produção de gases e cólicas no bebê.

    Além disso, é importante que beba bastante líquidos durante o dia para manter o corpo hidratado, combater a retenção de líquidos e favorecer a produção de leite materno, além de também ser importante que a mulher mantenha e estimule a amamentação, já que também contribui para a perda de peso após o parto.

    Lembrando que não é legal fazer uma dieta restritiva nessa fase, pois pode prejudicar a recuperação da mulher e a produção de leite materno. Por isso, o emagrecimento só deve ser uma preocupação por volta dos seis meses de vida do bebê.

    Até lá o peso deve reduzir naturalmente, especialmente com a ajuda da amamentação.

    Como emagrecer no pós-parto – 3. Faça exercícios

    Dando sequência às nossas dicas, a prática de atividade física após o parto é também importante para ajudar na perda de peso.

    Porém, é essencial que a mulher só volte a praticar exercício após liberação do médico, o que normalmente acontece mais ou menos na sexta semana após o parto.

    Assim, para favorecer o processo de emagrecimento, primeiramente é importante que a mulher realize exercícios aeróbicos e de forma para fortalecer os músculos, principalmente os abdominais, e, assim, combater a flacidez.

    Em segundo lugar, a mulher deve ser acompanhada por um profissional de educação física para que a intensidade dos exercícios seja progressiva e, assim, possam ser evitadas complicações após o parto.

    Alguns dos exercícios que podem ser indicados no pós-parto são:

    • Elevação do quadril: a mulher deve deitar no chão com a barriga para cima e dobrar os joelhos, apoiando os pés no chão e mantendo as mãos ao lado do quadril. Em seguida, deve levantar o quadril, contraindo os músculos da região pélvica e depois voltar à posição inicial, controlando o movimento;
    • Prancha: para fazer a prancha, a mulher deve inicialmente deitar no chão, com a barriga para baixo, e empurrar o chão, ficando apoiada com as mãos e ponta dos pés, mantendo o abdômen contraído;
    • Coice: com os cotovelos e os joelhos apoiados no chão, levantar uma das pernas do chão até a altura do quadril, mantendo-a dobrada, e depois retornar à posição inicial controlando o movimento.

    Estes exercícios devem ser feitos cerca de 2 a 3 vezes por semana e quando aliados a caminhadas, corrida, pilates ou ioga, por exemplo, é possível perder mais calorias e emagrecer mais rapidamente.

    pós-parto
    Mulher grávida sorridente. Crédito da foto: Freepik

    4. Gaste calorias

    Usar o canguru ou o sling também é uma espécie de musculação, mas andar de carrinho também é uma boa forma de gastar calorias.

    Andar com o carrinho do bebê tonifica o abdômen, distrai longe da rotina de casa e também faz muito bem à mente e à autoestima. Por exemplo, apenas 20 minutos de caminhada pode significar 100 calorias a menos.

    Às vezes é complicado, mas tenha paciência e espere passar pelo menos 6 meses, combinado? Assim, o corpo vai estar mais equilibrado hormonalmente para responder bem ao sacrifício e emagrecer rápido depois do parto.

    Emagrecer depois do parto não é tão fácil, especialmente quando, por algum motivo, a mãe não pode amamentar.

    Mas, algumas vezes, mesmo assim, depois do bebê nascer o estresse, o cansaço e as noite mal dormidas fazem com que o peso normal demore para ser alcançado.

    Como emagrecer no pós-parto – 5. Beba bastante água

    Em primeiro lugar, o consumo de água durante essa fase é essencial, pois não só ajuda a manter a produção de leite materno, mas também diminui a fome.

    Isso porque mantém o estômago relativamente cheio durante o dia, diminuindo a vontade de comer outros alimentos menos saudáveis.

    Além disso, melhora o trânsito intestinal, ajuda a eliminar o excesso de líquido acumulado no organismo e a manter o organismo hidratado.

    Mulher amamentando seu bebê, recém-nascido, na janela. Crédito da foto: Freepik

    Posso fazer uma dieta mais restrita no pós-parto?

    Como emagrecer no pós-parto: No caso das mulheres que estão em fase de amamentação é importante esperar pelo menos 6 meses para que seja iniciada uma dieta mais restrita.

    Assim, o organismo estará mais equilibrado a nível hormonal e a produção de leite materno não será prejudicada.

    Sabemos que perder peso depois do parto não é fácil, sendo um pouco mais difícil para aquelas mães que não puderam amamentar por algum motivo. Nesses casos a mãe poderia realizar uma alimentação um pouco mais restritiva antes dos 6 meses.

    Agora que você já sabe como emagrecer no pós-parto, leia também:

  • Fotos smash the cake – 44 fotos de Ensaio de 1 ano com bolo!

    Fotos smash the cake – 44 fotos de Ensaio de 1 ano com bolo!

    As fotos de 1 ano smash the cake são sempre cheias de muita diversão, fofura e sabores. Trata-se de um momento encantador, que qualquer papai ou mamãe ficam babando com o resultado final.

    Porém, se você deseja fazer fotos para esse dia especial, mas ainda tem dúvidas sobre o tema da festa; as cores do cenário; a roupinha do bebê; o tipo de bolo e até mesmo sobre as poses, então temos uma boa notícia para você: aqui vamos lhe apresentar um guia com absolutamente tudo sobre o ensaio de 1 ano com bolo.

    Ficou curiosa? Então acompanhe o nosso conteúdo até o fim e vamos preparar esse momento incrível!

    Fotos de 1 ano smash the cake – Ensaio de 1 ano com bolo para meninas

    Fazer boas fotos de 1 ano smash the cake é super divertido e rende muitas risadas. A bebê sente-se em um verdadeiro paraíso, aproveitando cada segundo e saboreando a textura, a cor e cada detalhe do bolo.

    Para isso, existem algumas considerações que devem ser levadas em conta, e que iremos explanar no decorrer deste texto. E, em paralelo, você já poderá apreciar todas as imagens lindas que trouxemos para lhe inspirar!

    Fotos de 1 ano smash the cake
    Ensaio de 1 ano com bolo para meninas. Foto: Freepik

    Para começar, as cores das fotos podem ser bem democráticas. Na realidade, aqui, não existem “certo ou errado”. O importante é sempre fazer uma boa combinação entre as cores escolhidas, para não criar aquilo tipo de atmosfera de “briga entre si”. Isto é, colocar cores com muito contraste pode fazer com que o acabamento acabe promovendo um efeito cansativo na imagem.

    Fotos de 1 ano smash the cake
    Ensaio de smash the cake para meninas. Foto: Freepik

    Por isso, o ideal é que você escolha uma paleta de cores para seguir do início ao fim, pois ela poderá criar uma atmosfera muito mais fofa e até mesmo harmônica para as suas fotos de 1 ano smash the cake.

    Fotos de 1 ano smash the cake
    Ensaio de 1 ano com bolo para meninas. Foto: Freepik

    A boa notícia, nessa história, é que as cores também não precisam ser muito diferentes daquelas que vemos na vida cotidiana. A nível de exemplo, na opção abaixo vemos um ensaio de aniversário na própria cozinha da família, o que cria muito mais personalidade na composição.

    Veja também: Festa futebol para menina: para meninas cheias de atitude!

    Fotos de 1 ano smash the cake
    Mãe e filha comemorando aniversário da bebê. Foto: Freepik

    Mas se você gosta de apostar sempre no clássico para a sua filha, certamente os tons de rosa com marrom serão super bem-vindos. Na foto abaixo você vê como é possível brincar com todas essas cores e criar algo super fofo e marcante ao mesmo tempo.

    Fotos de 1 ano smash the cake
    Menina comemorando 1 ano. Foto: Freepik

    O ensaio de 1 ano com bolo para meninas também pode apostar em tons pasteis e mais suaves, sempre criando uma atmosfera que remeta a algo mais angelical. Aqui, o vestidinho cor branca ou rosa bebê funcionam super bem.

    Fotos de 1 ano smash the cake
    Fotos de 1 ano smash the cake. Foto: Freepik

    Lembre-se ainda de compor todo o ambiente com alguma escrita que remeta à comemoração. Assim, as fotos acabam ficando mais bem preenchidas, e o efeito muito mais bonito e atrativo.

    ensaio de 1 ano com bolo para meninas
    Menina feliz posando para foto de aniversário. Foto: Freepik

    Um tabu que devemos quebrar é com relação à possibilidade de deixar apenas as cores mais meigas e suaves para as meninas. Afinal, quem disse que menina não gosta de algo mais intenso e marcante, hein? No exemplo abaixo você vê o uso do preto como algo que deixa o ensaio smash the cake ainda mais perfeito.

    Fotos de 1 ano smash the cake
    Ensaio de menina. Foto: Freepik

    Outro fator importante na hora de pensarmos nas fotos de 1 ano smash the cake é com relação ao fato de que o foco deve estar no bolo: afinal ele, assim como a bebê, irão protagonizar toda a festança. Portanto, caprichar na composição do bolo e fazer com que ele se encaixe perfeitamente com o cenário é uma boa opção.

    ensaio de 1 ano com bolo para meninas
    Menina comendo bolo de aniversário. Foto: Freepik

    Além de saber escolher bem o bolo, lembre-se de que a roupa da menina precisa ser “sujável”. Isso quer dizer que você não deve usar peças que não quer que sejam lambuzadas, ok? Porque a menina irá adorar amassar o bolinho, além de limpar as mãozinhas na roupa.

    Fotos de 1 ano smash the cake
    Menina se divertindo no smash the cake. Foto: Freepik

    Sendo assim, quando pensar na composição do cenário, do bolo e das roupas para a menina, foque em algo que seja lindo, fofo e, acima de tudo, prático. Afinal, na hora do banho (depois da lambança), é necessário praticidade para a criança não se sentir incomodada e irritada, concorda?

    Fotos de 1 ano smash the cake
    Menina sorrindo no cenário das fotos de 1 ano smash the cake. Foto: Freepik

    A festa de aniversário merece muitas fotos de 1 ano smash the cake que sejam bem pensadas e elaboradas. E para isso é preciso levar em conta cada detalhe que já citamos até aqui. Agora, no próximo tópico nós daremos atenção para a festança dos meninos. Continue lendo e vem se inspirar com a gente!

    Fotos de 1 ano smash the cake
    Irmãs gêmeas comemorando aniversário. Foto: Freepik

    Leia mais: Smash the Cake: você curte a ideia?

    Ensaio 1 ano smash the cake para meninos

    Pensando agora em fotos de 1 ano smash the cake para os meninos, podemos apostar em algumas coisas mais ousadas para diferenciarmos o acabamento das opções que já vimos acima. Aqui, as cores mais fortes podem ser usadas para passar essa imagem de “menino rebelde”, apenas a nível de descontração, mesmo.

    Fotos de 1 ano smash the cake
    Ensaio de aniversário de menino. Foto: Freepik

    Da mesma forma, é possível transparecer muita sofisticação com o uso das gravatinhas e dos suspensórios, que deixarão o seu bebê muito mais elegante e fofo. Temos certeza de que usando esse tipo de peça você se sentirá ainda mais apaixonada pelo seu filho!

    Veja também: Festa Vingadores: 40 ideias incríveis para fazer uma comemoração com super-heróis!

    ensaio 1 ano smash the cake menino

    O clássico azul também entra em cena nas fotos de 1 ano smash the cake dos meninos. Aqui, uma forma de usar a cor de uma maneira incrível e super angelical é através de um cenário pautado nas características dos céus, com muitas nuvens, iluminação e até mesmo a estrutura de um balão de gás.

    ensaio 1 ano smash the cake menino
    Menino no cenário de um ano. Foto: Freepik

    Outros temas clássicos também ficam super lindos para o ensaio do menino, como o caso da decoração com tema de Pequeno Príncipe. Afinal, que mamãe que não acha que o seu filho é um verdadeiro príncipe, não é mesmo? Temos certeza que você vai adorar essa ideia! Veja:

    ensaio 1 ano smash the cake menino
    Menino mexendo no bolo decorado com o tema Pequeno Príncipe. Foto: Freepik

    Se você gosta do azul, sinta-se à vontade para criar esse tipo de cenário, como em grande parte das fotos de meninos que estamos apresentando neste texto. Porém, não sinta medo na hora de intercalar outras cores e fazer acabamentos diferentes, combinado? Lembre-se de que as cores não têm gênero, e aqui o que deve ser levado em conta é o estilo da criança e até mesmo o gosto dos pais.

    ensaio 1 ano smash the cake menino
    Menino mexendo no seu bolo no smash the cake. Foto: Freepik
    Fotos de 1 ano smash the cake menino (4)
    Fotos de 1 ano smash the cake. Foto: Freepik
    Fotos de 1 ano smash the cake menino (4)
    Foto de menino comendo bolo. Foto: Freepik

    As roupinhas podem ser bem variáveis, especialmente se pensarmos nas opções para dias mais quentes ou frios. Novamente, assim como mencionamos no caso das meninas, o ideal é que você aposte em um figurino que não vá atrapalhar a diversão do bebê. Cuide para não escolher algo apertado e que limite os movimentos, por exemplo.

    Fotos de 1 ano smash the cake menino
    Fotos de 1 ano smash the cake menino. Foto: Freepik

    Afinal, ninguém merece usar uma roupa que acabe atrapalhando a diversão das fotos de 1 ano smash the cake, não é mesmo? O bebê precisa se sentir livre para se lambuzar e saborear todos os instantes desse registro incrível.

    Fotos de 1 ano smash the cake menino
    Menino no ensaio de aniversário. Foto: Freepik

    Outro cuidado importante é com relação ao sapatinho do bebê, afinal, o smash de um ano pode render muita lambança, e isso deve ser levado em conta para que a criança não derrube o bolinho no sapatinho sujo e acabe lambendo ou passando o dedinho para comer.

    Fotos de 1 ano smash the cake menino
    Menino mordendo o bolo de aniversário. Foto: Freepik

    E por mais óbvio que isso possa parecer, é importante destacar esse fator para que a criança vá até o local com o sapatinho limpo, ou então, fique descalça para aproveitar melhor e sem aquele medo de se contaminar com algo. A segurança sempre deve vir em primeiro lugar, combinado?

    Fotos de 1 ano smash the cake menino
    Menino no seu cenário de foto de aniversário. Foto: Freepik

    Com todas essas dicas você com certeza criará um ensaio de 1 ano smash the cake incrível e que vai deixar o seu filho maravilhado com tanta coisa linda. Vamos agora, portanto, às dicas para o bolo para foto de 1 ano. Continue lendo!

    Veja mais tarde: Festa infantil: Temas, confira ideias para comemorar com estilo

    Bolo para foto de 1 ano

    Agora que já pensamos em muitas características das fotos de 1 ano smash the cake, vamos agora para a parte mais deliciosa de todo o roteiro do ensaio smash: o bolo.

    Afinal, como mencionamos anteriormente, tanto o bebê quanto o bolo são pontos altos nesse momento, tendo em vista que o plano é justamente fazer a criança se lambuzar com o doce, certo? Por isso, nada mais justo do que um tópico dedicado a ele!

    Vamos, agora, às dicas e inspirações de bolos para smash the cake:

    Bolo para foto de 1 ano 
    Bolo de aniversário com tema de balão. Foto: Freepik

    O primeiro ponto que deve ser analisado na hora de escolher o bolo para ensaio de 1 ano é justamente como ele irá “combinar” com o restante do tema. Afinal, o bolo não pode ser algo a parte, mas sim, algo que crie certa harmonia com a roupa do bebê e com todo o cenário.

    Bolo para foto de 1 ano 
    Bolo de menina para aniversário de 1 ano. Foto: Freepik

    As opções são bastante diversas, e você pode optar entre:

    • Fazer bolo de uma ou mais camadas;
    • Apostar em bolos mais coloridos ou cor única;
    • Usar bolos com cobertura ou sem;
    • Focar mais nas frutas do bolo do que nos complementos doces;
    • Investir em um bolo grande ou até mesmo um cupcake;
    • Deixar a imaginação fluir e fazer bolos de formatos diferenciados.
    Bolo para foto de 1 ano 
    Bolo de aniversário de 1 ano. Foto: Freepik

    Além de saber escolher o tipo de textura e acabamento que combine com o restante do cenário, é de suma importância que você não faça uma decoração para ter dó de destruir depois. Isso é um dos maiores erros na hora de se pensar nas fotos de 1 ano smash the cake! Afinal, o momento é feito para isso, certo?

    Leia mais: Festa Minnie Rosa: ideias lindas e delicadas para fazer a sua!

    Bolo para foto de 1 ano 
    Bolo de aniversário feminino. Foto: Freepik

    Portanto, pense em deixar o bolo bem atrativo para a criança, evitando aquela decoração muito sóbria ou algo que você fique com receio de destruir mais tarde.

    bolo para ensaio de 1 ano
    Bolo de aniversário para menina. Foto: Freepik

    As cores podem ser uma boa mola propulsora para fazer o bebê se sentir interessado no bolo para foto de um ano: pois ele pode se sentir mais convidado em experimentar e saborear. Portanto, evite cores como verde e foque em:

    • Rosa;
    • Azul;
    • Lilás;
    • Vermelho;
    • Amarelo;
    • Roxo;
    • Branco;
    • Laranja;
    • Entre outras possibilidades que combinem com o cenário como um todo.
    bolo para ensaio de 1 ano
    Bolo de menino com tema de marinheiro. Foto: Freepik
    bolo para ensaio de 1 ano
    Cupcake de aniversário. Foto: Freepik

    Quanto ao topo do bolo, lembre-se de colocar coisas comestíveis, e nada muito artificial e apenas  decorativo que tenha que ser descartado. Mas por que dizemos isso? Bom, apesar de os “apetrechos” serem bem válidos, é preciso ter o cuidado de não colocar algo que possa fazer com que o bebê se engasgue.

    bolo para ensaio de 1 ano
    Bolo para ensaio de 1 ano menina. Foto: Freepik

    Afinal, basta piscar os olhos e a criança já está com algo na boca, não é mesmo? Por isso, invista sempre em possibilidades comestíveis e evite aquele tipo de topo de bolo que seja muito “difícil de mastigar”.

    bolo para ensaio de 1 ano
    Bolo para smash the cake de menina. Foto: Freepik

    Outro fator relevante sobre as fotos de 1 ano smash the cake, na hora de escolher o bolo tenha o cuidado de não exagerar nos seguintes fatores:

    • Açúcar (especialmente se a criança não é acostumada a consumir);
    • Corantes (pois podem causar mal-estares no bebê);
    • Alimentos não recomendados para bebês pequenos.

    Novamente, embora essas dicas sejam óbvias, é essencial colocá-las aqui, em forma de lista, para garantir que ninguém se esqueça de um detalhe importante, não é mesmo?

    bolo para ensaio de 1 ano
    Bolo de menino. Foto: Freepik
    • Usar velas ou não usar? Nesse caso, não recomendamos. A não ser que haja uma breve comemoração antes das fotos, mas, o essencial é o destaque para o primeiro aninho, porém, isso não precisa aparecer em forma de vela, necessariamente.
    bolo para ensaio de 1 ano
    Bolo com tema de pequeno príncipe. Foto: Freepik

    Agora que já analisamos as belezas e as dicas de diversos bolos para as fotos de 1 ano smash the cake, vamos agora ao nosso cenário! Acompanhe no próximo tópico.

    Veja também: Receita de bolo de chocolate fácil e que funciona (para mães sem tempo)!

    Cenário de smash de 1 ano

    Quando pensamos no cenário de smash de 1 ano, o que lhe vem à mente? Quais são as ideias que você tem? Bom, se ainda está muito confusa sobre como preparar o ensaio de 1 ano com bolo, veja,  no decorrer deste tópico, as nossas dicas para montar o cenário perfeito. Vamos lá!

    Cenário de smash de 1 ano
    Cenário de smash de 1 ano. Foto: Freepik

    Para montar o cenário perfeito, além de buscar inspirações como você tem feito, é preciso partir de alguns pressupostos, que são:

    • Foque nas cores que deseja usar.
    • Foque no tipo de cenário que deseja fazer (floresta, água, céu, festa em geral, circo, etc).
    • Elenque quais são os materiais necessários e indispensáveis nesse tipo de decoração (balões, plaquinhas, copos, coroa, pelúcia, casinha, enfim! O que não faltam são possibilidades).
    • Saiba o tamanho do cenário, assim você saberá comprar ou alugar a quantidade certa de enfeites.
    • Foque no seu fundo fotográfico, pois se a parede for em branco é preciso pensar em uma forma de decorá-la.
    • Lembre-se de que o chão precisa ser “molhável” e “sujável”, isto é, você não pode privar a criança da baguncinha, pois ela poderá se retrair durante as fotos.

    Veja também: Festa Rosa: ideias de decoração, roupa, menu e convite

    Cenário de smash de 1 ano
    Cenário de smash de 1 ano. Foto: Freepik

    Ao pensar em todos os pontos acima, ficará muito mais fácil usar as inspirações que trouxemos hoje. Por isso que o planejamento sempre será o primeiro ponto, além das buscas por ideias, como você está fazendo no decorrer deste artigo e poderá continuar a seguir:

    Cenário de smash de 1 ano
    Cenário de smash de 1 ano. Foto: Freepik
    Cenário de smash de 1 ano
    Cenário de smash de 1 ano. Foto: Freepik
    • Dica importante: Muitos papais e mamães de primeira viagem, ao fazerem sozinhas as fotos de 1 ano smash the cake acabam não se atentando a algo importantíssimo: o tamanho dos móveis. Eles precisam ser pensados para o bebê ficar seguro e confortável. Portanto, cuidado!
    Cenário de smash de 1 ano
    Cenário de smash de 1 ano. Foto: Freepik
    Cenário de smash de 1 ano
    Cenário de smash de 1 ano. Foto: Freepik
    Cenário de smash de 1 ano
    Cenário de smash de 1 ano. Foto: Freepik

    Perceba que cada detalhe faz toda a diferença e, caso você queira economizar no smash de 1 ano, sugerimos que você preencha o cenário com bastante balão, pois isso deixará tudo muito bonito e volumoso, e você não terá que usar tantos outros materiais decorativos.

    Cenário de smash de 1 ano
    Cenário de smash de 1 ano. Foto: Freepik

    Além dos balões, as flores artificiais e as bandeirinhas também são ótimas para preencher as fotos de 1 ano smash the cake. Experimente e veja como fica lindo e delicado!

    Cenário de smash de 1 ano
    Cenário de smash de 1 ano. Foto: Freepik
    • Outra dica imprescindível: Observe quais peças podem pôr a segurança do bebê em risco e tenha cuidado com elas. Por exemplo, vasos de vidro podem quebrar e machucar, por isso, saiba posicioná-los de maneira segura e eficiente, ok?

    Ufa, chegamos ao fim do nosso guia completo sobre as fotos de 1 ano smash the cake! Agora é hora de você pôr a mão na massa e fazer o seu planejamento. Depois nos conte a sua experiência! Até mais!!!

    Leia também: Mesa para festa infantil: Como organizar?

  • 10 Top Blogs sobre amamentação do Brasil 2021

    10 Top Blogs sobre amamentação do Brasil 2021

    Ter acesso aos melhores blogs sobre amamentação do Brasil 2021 é fundamental para aprimorar os seus conhecimentos sobre o tema, além de acompanhar diversas dicas e sugestões de profissionais e mamães experientes.

    Por conta disso, nós trouxemos uma lista com 10 blogs incríveis que você vai amar conhecer! Veja mais informações sobre cada um deles e aprimore os seus conhecimentos ainda mais.

    blogs sobre amamentação do Brasil 2021
    Mãe com bebê no colo anotando em frente ao computador. Foto: Freepik

    Mas, antes de qualquer coisa, cabe aqui um adendo: a listagem abaixo não tem nenhum tipo de classificação de melhor ou pior blog, ok? A ordem é aleatória.

    Agora sim, vamos à lista:

    1- Blogs sobre amamentação do Brasil 2021: Blog do CineMaterna

    Top Blogs sobre amamentação do Brasil 2021
    Print do blog CineMaterna. Foto: Freepik

    O Blog do CineMaterna conta com muito conteúdo bacana para você ficar por dentro desse universo materno tão lindo. Lá você poderá encontrar textos como:

    • Crônicas;
    • Histórias de maternidade;
    • Indicações;
    • Reflexões sobre a mãe e o bebê juntos no cinema;
    • A amamentação no cinema;
    • Entre outras informações incríveis.

    Se você é uma mamãe apaixonada por cinema e filmes, certamente irá encontrar muito conteúdo valioso e cheio de dicas para você. Vale a pena conferir!

    2- Blogs sobre amamentação do Brasil 2021: Aleitamento.com

    Top Blogs sobre amamentação do Brasil 2021
    Print do blog Aleitamento. Foto: Freepik

    O site Aleitamento.com é um verdadeiro portal sobre a ciência da amamentação. Além de encontrar muitos textos educativos e conteúdos de valor, você também tem acesso à novidades e informações em primeira mão. Há bastante coisa para você aproveitar e se aprofundar sobre o universo da amamentação.

    O próprio site também indica diversos outros portais e assuntos sobre maternidade e aleitamento materno. Conheça tudo sobre esse universo encantador e fique ainda mais informada.

    Leia também: Amamentação em Público: É correto ou não? Confira aqui!

    3- Blogs sobre amamentação do Brasil 2021: Grupo Virtual da Amamentação

    Top Blogs sobre amamentação do Brasil 2021
    Print do blog do Grupo Virtual de Amamentação. Foto: Freepik

    No site do Grupo Virtual da Amamentação é possível ver a união de mulheres que trabalham em prol da proliferação de conhecimentos acerca do aleitamento materno. Você poderá tirar diversas dúvidas sobre temas bastante relevantes, sentindo-se ainda mais segura para o momento em que for amamentar o seu filho.

    4- Bruna Grazi – Consultoria em Amamentação

    Top Blogs sobre amamentação do Brasil 2021
    Print do blog da Bruna. Foto: Freepik

    No blog da Bruna Grazi você encontrará um suporte a mais para o seu processo de conhecimento e aprendizagem diante do aleitamento materno. Você conseguirá tirar dúvidas relevantes, além de se sentir muito mais preparada para a volta ao trabalho.

    Encontre tudo o que você precisa para saber tudo sobre o tema em um dos blogs sobre amamentação do Brasil 2021 que mais cresce!

    Veja também: Epilepsia na gravidez: Qual tratamento na gravidez e amamentação

    5- Commadre

    Top Blogs sobre amamentação do Brasil 2021
    Print do blog Commadre. Foto: Freepik

    No blog da Commadre é possível encontrar muitas informações sobre parto, amamentação e pós-parto. Ou seja, além de ter todo o suporte para o período de amamentação, você também encontra muita coisa valiosa para se preparar para mais uma gestação ou parto. Além disso, pode tirar dúvidas sobre questões relacionadas à saúde da mulher e assim se sentir muito mais segura.

    6- Blogs sobre amamentação do Brasil 2021: Aconchego

    Top Blogs sobre amamentação do Brasil 2021
    Print do blog Aconchego. Foto: Freepik

    No blog Aconchego você se mantém informada com as informações mais recentes sobre amamentação e até mesmo a sua relação com a pandemia, por exemplo. Assim, você se sente mais segura para amamentar o seu filho e garantir a saúde do mesmo.

    Vale a pena conferir os conteúdos voltados para a autoestima da mulher e à saúde de maneira geral. É muita coisa interessante para aprender.

    Leia mais: Mitos e verdades sobre amamentação. Confira!

    7- Bem-estar Baby

    Top Blogs sobre amamentação do Brasil 2021
    Print do blog Bem-estar Baby. Foto: Freepik

    O Bem-estar Baby é um dos blogs sobre amamentação do Brasil 2021 um pouquinho mais recente, mas já tem conteúdos interessantes para você ler e aprender algo novo sobre amamentação e a sua relação com o seu bebê. Vale a pena dar uma espiada para descobrir todas as dicas disponibilizadas no site, hein?

    8- Casa Curumim

    Print do blog da Casa Curumim. Foto: Freepik

    No portal da Casa Curumim você encontra diversas respostas para aquelas perguntas cotidianas que podem surgir enquanto você amamenta o seu filho ou fica se questionando se ele está com fome, cansado, com cólica… É muito conhecimento para agregar valor e fazer com que você se sinta cada vez mais confiante na posição de mãe!

    Afinal, sabemos que muitas dúvidas, questionamentos e inseguranças surgem durante a amamentação. No entanto, o que podemos fazer para amenizar isso tudo é buscar informações válidas, não é mesmo?

    Leia também: Cafeína na gravidez e na amamentação: Pode ser consumida?

    9- Quatro Apoios

    Print do blog Quatro Apoios. Foto: Freepik

    O Quatro Apoios é um dos blogs sobre amamentação do Brasil 2021 que você deve conhecer. Trata-se de um portal super com diversas informações e conhecimentos para fazer com que você aprenda cada vez mais sobre a doce arte de ser mãe.

    Entretanto, o foco maior pode ser o parto, embora muitas informações sobre este momento já podem ajudar a futura mamãe no seu processo de autodescoberta e autoconhecimento.

    10- Blogs sobre amamentação do Brasil 2021: Virginia Ferreira

    Print do blog da Virginia. Foto: Freepik

    Por fim, temos também o blog da Virginia Ferreira, rico em conteúdos e muita dica boa para que você possa aproveitar esse momento da amamentação de uma forma muito mais prazerosa e segura.

    Afinal, nada pior do que ficar em dúvida sobre algo e assim não conseguir dar o leite para o seu filho da maneira que você queria, não é mesmo? Por isso, usufrua das informações que a Virginia disponibiliza com tanta dedicação!

    Mantenha-se informada com os blogs sobre amamentação do Brasil 2021

    Agora que você já conheceu 10 portais valiosos sobre a amamentação, que tal começar a criar uma rotina de leitura diária? Assim você absorve muitos conhecimentos e vai se desenvolvendo cada vez mais. Quem sabe, mais tarde, você mesma não será aquela pessoa que tira a dúvida de mamães preocupadas com o aleitamento materno? Pense nisso!

    E se você conhece algum blog de amamentação que ficou fora dessa lista, deixe o seu comentário aqui abaixo para que possamos conhecê-lo.

    Leia agora:

  • Amamentação em Público: É correto ou não? Confira aqui!

    Amamentação em Público: É correto ou não? Confira aqui!

    Infelizmente, ainda vemos muitas pessoas enxergando a amamentação em público como algo errado ou desrespeitoso. Há olhares de desaprovação que se dirigem às mulheres que amamentam livremente ao ar livre, em meio à outras pessoas. Em casos mais severos, essas mulheres são repreendidas na frente de todo mundo, sofrendo um preconceito absurdo e sem sentido.

    Por isso, nesse conteúdo vamos discutir alguns pontos importantes sobre o tema, para que você possa abrir a sua mente sobre o assunto e assim refletir sobre a amamentação em público.

    amamentação em público
    Mãe amamentando o filho. Foto: Freepik

    Veja também: Como amamentar corretamente: recomendações da OMS

    Amamentação em público é correto e normal!

    Antes de qualquer coisa, vale destacarmos que a amamentação em público é normal e correta. Não existe nenhuma lei brasileira que proíba a mulher de amamentar o seu bebê em um ambiente público. Sendo assim, se alguém disse a você que amamentar em público é errado e contra lei, esse sujeito mentiu!

    A amamentação, inclusive, é protegida pelo Ministério da Saúde e por tantos órgãos importantes. Hoje, vemos muitas campanhas voltadas à amamentação, mais especificamente sobre a livre demanda. Por isso, você não precisa ter vergonha de amamentar o seu filho na frente de alguém: se ele tem fome e você tem leite materno, o que há de errado nisso?

    Lembre-se de que todos os mamíferos são alimentados por suas mães, enquanto são filhotes. Com nós, não seria diferente. Portanto, nada de privar o bebê apenas por medo de amamentá-lo em público, ok? Se as outras pessoas têm demonstrado sinais de desaprovação, apenas ignore. Se a pessoa não gosta de ver você amamentando, o problema é dela, e não seu.

    amamentação em público
    Bebê sorrindo no colo da mãe. Foto: Freepik

    Amamentação em público permite que o bebê mame em livre demanda

    Como mencionamos logo acima, a amamentação em livre demanda é muito importante e muito frisada pelos órgãos da saúde. É ela que garantirá que o bebê sempre se alimente assim que sentir fome, crescendo com saúde e desenvolvendo-se da melhor forma possível.

    Desse modo, se ele sentir fome enquanto você estiver no ônibus, no metrô ou em outro ambiente, não se preocupe com os olhares alheios! Foque no conforto e na saúde do seu bebê, pois é isso que importa nesse momento de conexão entre mãe e filho.

    Leia também: Epilepsia na gravidez: Qual tratamento na gravidez e amamentação

    A criança pode se contaminar na amamentação em público?

    Não. Se o seio materno está bem higienizado, os microorganismos presentes no metrô, por exemplo, não chegarão à criança, durante a amamentação. A mãe pode ficar tranquila e alimentar o seu bebê sem grandes incômodos. Entretanto, se você acha que pôr uma fraldinha sobre o rosto do bebê pode trazer mais segurança, lembre-se de que essa é uma escolha sua, na posição de mãe.

    Mãe amamentando o seu bebê. Foto: Freepik

    Estabelecimentos podem ser multados se reprimirem o aleitamento materno

    Além de a amamentação em público ser algo natural e normal, há uma lei que protege essa atitude da mãe. Isto é, embora muitas pessoas compartilhem a fake news de que existe legislação que proíbe o aleitamento em público, a realidade é que a Lei está a favor dos bebês e das mamães.

    Sendo assim, o Senado aprovou uma Lei que protege a mulher que quer amamentar o seu filho em um local público ou privado. Caso ela seja reprimida durante a amamentação, o estabelecimento terá que pagar nada menos do que dois salários mínimos de multa.

    Isso abre portas para que a mulher se sinta muito mais confortável e segura em qualquer ambiente público ou privado, e assim, possa alimentar o seu filho sem constrangimentos ou represálias.

    Bebê se alimentando no seio materno. Foto: Freepik

    Amamente o seu bebê em público – é algo natural!

    Agora que você já sabe que a amamentação em público é correta e natural, amamente o seu bebê aonde quer que você estiver. Não tenha medo de alimentá-lo e ignore qualquer preconceito que possa ser sentido pelo olhar das outras pessoas. A conexão entre vocês dois é muito mais valiosa e importante nesse processo. Lembre-se disso!

    Leia também:

  • Mãe que teve Covid-19 pode amamentar?

    Mãe que teve Covid-19 pode amamentar?

    Mãe que teve Covid-19 pode amamentar? Essa é uma pergunta muito frequente entre as mulheres que desejam ter filhos ou que estão grávidas.

    Mas não se preocupe, vamos esclarecer tudo sobre o assunto, aqui no Mil Dicas de Mãe. Vamos lá?

    pode amamentar
    Mulher branca de cabelos castanhos escuros está deitada em uma cama branca, amamentando seu bebê, que está deitado ao lado dela. Crédito da foto: Freepik

    Afinal, mãe com Covid-19 pode amamentar?

    Uma dúvida muito comum ocorre entra das novas e futuras mamães: afinal de contas, o coronavírus pode passar para os bebês através da amamentação?

    Sim, pode amamentar! Até o momento, não existe nenhum estudo mostrando que o leite materno seja capaz de transmitir o vírus para a criança.

    Em consonância com as principais organizações de saúde do mundo, a instituição recomenda, então, que as mães diagnosticadas com a Covid-19 continuem amamentando.

    Afinal, a proteção que o leite da mulher proporciona ao bebê em diversos aspectos prevalece sobre a eventual possibilidade de transmissão.

    Caso você esteja em dúvida, converse com seu médico e discutir os prós e contras com ele, para que ele a ajude a tomar uma decisão consentida.

    Confira as principais dúvidas sobre o tema!

    Não! Segundo as informações cientificas disponíveis até o momento, não existe comprovação de transmissão do SARS-Cov-2 pelo leite materno.

    Ocorre principalmente pelo contato de uma pessoa doente por meio de gotículas respiratórias emitidas quando a pessoa tosse, espirra, ou por saliva ou secreção do nariz. Outra fonte de contaminação é o contato com objetos ou superfícies contaminadas, como celulares, mesas, maçanetas, brinquedos, teclados de computador etc.

    Sim! A recomendação é manter o aleitamento materno em livre demanda de modo exclusivo até seis meses. A partir desta idade iniciar os alimentos complementares e manter a amamentação por dois anos ou mais.

    A recomendação da OMS, Organização Mundial de Saúde, Ministério da Saúde do Brasil e Sociedade Brasileira de Pediatria é manter o aleitamento materno desde a sala de parto, no alojamento conjunto, Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal (UTIN), enfim, em todos os setores da maternidade.

    A amamentação deve ser mantida. A mãe suspeita ou com diagnóstico de COVID- 19 pode amamentar se estiver em bom estado geral, se quiser amamentar, tomando alguns cuidados higiênicos e seguindo algumas recomendações. Veja a seguir:

    • Usar máscara facial (cobrindo completamente nariz e boca) durante as mamadas e evitar falar ou tossir durante a amamentação;

    • A máscara deve ser imediatamente trocada em caso de tosse ou espirro ou a cada nova mamada;

    • Lavar com frequência as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos, antes de tocar o bebê ou antes de retirar o leite materno (extração manual ou na bomba extratora). Se não for possível, higienize as mãos com álcool em gel 70%.

    Não! Além disso, tenha também outros cuidados, que são tão importantes quanto. São eles:

    • Fique em isolamento domiciliar.

    • Utilize máscara o tempo todo.

    • Se for preciso cozinhar, use máscara de proteção, cobrindo boca e nariz todo o tempo.

    • Depois de usar o banheiro, nunca deixe de lavar as mãos com água e sabão e sempre limpe o vaso, pia e demais superfícies com álcool ou água sanitária para desinfecção do ambiente.

    • Separe toalhas de banho, garfos, facas, colheres, copos e outros objetos apenas para seu uso.

    • O lixo produzido precisa ser separado e descartado.

    • Sofás e cadeiras também não podem ser compartilhados e precisam ser limpos frequentemente com água sanitária ou álcool 70%.

    • Mantenha a janela aberta para circulação de ar do ambiente usado para isolamento e a porta fechada, limpe a maçaneta frequentemente com álcool 70% ou água sanitária.

    Mãe que teve Covid-19 pode amamentar
    Bebê recém-nascido mamando no peito de sua mãe. Crédito da foto: Freepik

    Mãe com Covid-19 pode amamentar? Tire suas dúvidas!

    É importante respeitar o sentimento da mãe. Você pode extrair/retirar o seu leite e oferecer ao seu filho em copinho, xícara ou colher. Você pode também considerar a possibilidade de solicitar a ajuda de alguém que esteja saudável para oferecer o leite materno ao bebê. É necessário que a pessoa que vá oferecer ao bebê aprenda a fazer isso.

    • Em caso de opção pela extração/retirada do leite, devem ser observadas as orientações disponíveis na “Cartilha para a mulher trabalhadora que amamenta”, documento produzido pelo Ministério da Saúde;

    • Seguir rigorosamente as recomendações para limpeza das bombas de extração de leite após cada uso.

    Lembrando que se você estiver tossindo muito e não se sentir segura para oferecer o peito, você pode tirar o leite e pedir a um cuidador saudável que dê o alimento ao bebê em um copinho, desde que ele conheça a técnica correta.

    Não. A princípio ela não precisa suspender a amamentação. Mas, como a cada dia surgem indicações de diferentes medicamentos é necessário buscar orientações de profissionais de saúde que trabalhem com aleitamento materno.

    Até o momento, todos os medicamentos receitados para tratamento de pacientes com COVID-19 são compatíveis com a amamentação.

    Outros cuidados muito importantes para que você se previna de pegar coronavírus e continue tranquila com seu bebê são:

    • Evite sair. Mas, se for necessário sair, use máscara;

    • Higienize com frequência o celular e os brinquedos das crianças;

    • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos;

    • Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados;

    • Limpe e desinfete objetos e superfícies tocados com frequência;

    • Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico, mas sempre com um sorriso no rosto;

    • Mantenha uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa tossindo ou espirrando;

    • Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas. Se puder, fique em casa.

    Mãe que teve Covid-19 pode amamentar
    Mãe está sentada em um sofá, amamentando seu bebê. Ela olha sorrindo para ele. Crédito da foto: Freepik

    Mãe com Covid-19 pode amamentar? Conclusões

    Portanto, a covid-19 não é uma contraindicação para a amamentação. Apesar de já terem sido encontradas pequenas partículas do novo coronavírus no leite materno, elas não são capazes de transmitir a doença.

    Ou seja, segundo as recomendações tanto das evidências científicas quanto da Organização Mundial da Saúde (OMS), o aleitamento materno é sim importante e deve continuar acontecendo, mesmo que a mamãe esteja contaminada.

    Isso porque o ato de amamentar traz mais benefícios do que riscos para a criança. Então, a mamãe pode e deve amamentar tomando todos os cuidados preconizados às pessoas em geral durante a pandemia. Ela deve manter uma higiene rigorosa das mãos e usar a máscara.

    Em situações extremas, como mães internadas em estado grave ou em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), as equipes de saúde fazem uma extração de alívio para não dar desconforto e evitar possíveis complicações e esse leite, a princípio, é desprezado.

    Se a mãe está em casa e o bebê internado, ela tira o leite em casa e leva até o Banco de Leite mais próximo, onde é feita a pasteurização antes de ser oferecido para o bebê.

    Agora que você já sabe que mãe que teve ou tem Covid-19 pode amamentar sim, veja também:

  • Mitos e verdades sobre amamentação. Confira!

    Mitos e verdades sobre amamentação. Confira!

    Mitos e verdades: Confira neste artigo quais são os mitos e verdades acerca da amamentação.

    Mesmo sabendo de todos os inúmeros benefícios do leite materno e do aleitamento para mãe e bebê, existem ainda muitos mitos que envolvem esse momento tão importante da vida e que podem ser um empecilho para que as mamães amamentem.

    Para esclarecer algumas dúvidas, veja 12 mitos e verdades sobre amamentação, que ainda são reproduzidos em sociedade. Veja abaixo!

    mitos e verdades
    Mãe amamentando bebê. Crédito da foto: Freepik

    Mitos e verdades sobre amamentação

    O leite materno pode ser fraco para nutrir o bebê

    Mito. Não há leite materno fraco. O leite materno apresenta composição semelhante para todas as mulheres que amamentam e é o alimento ideal para o bebê, sendo recomendado até os dois anos de vida ou mais, sendo exclusivamente até o 6º mês de vida.

    Preciso dar os dois peitos a cada mamada

    Mito. O tempo de cada mamada não deve ser fixado, pois o esvaziamento da mama pode variar conforme a fome do bebê, do intervalo entre uma mamada e outra, do volume de leite armazenado na mama, entre outros. O importante é que a mãe dê tempo suficiente para o bebê esvaziar adequadamente seu seio, caso esvazie uma mama por completo e a criança ainda deseje mamar, a mãe pode oferecer a outra mama. Na próxima mamada, recomenda-se que a mãe dê o seio que não foi oferecido na mamada anterior ou ofereça o que o bebê mamou por último.  caso tenha sido ofertado as duas mamas.

    Canjica e caldo de cana aumentam a produção de leite

    Mito. A produção do leite materno depende principalmente da sucção do bebê e do esvaziamento da mama. Portanto, quanto mais o bebê mamar e esvaziar adequadamente as mamas, mais leite a mãe irá produzir.

    O leite congelado, mesmo que retirado das mamas, não tem os mesmos nutrientes

    Mito. O leite pode ser congelado por até quinze dias sem perder suas características e qualidade nutricional, desde que armazenado adequadamente.

    Quem fez redução mamária ou colocou silicone não poderá amamentar

    Mito. A cirurgia nos seios não impede a mulher de amamentar, desde que durante a cirurgia sejam preservadas as estruturas das mamas.

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    Mãe dando de mamar para bebê. Ela está sentada em uma escada, com dois vasos de flores em volta. Crédito da foto: Freepik

    Sobre amamentação

    Seios muito pequenos não produzem leite na quantidade suficiente para o bebê

    Mito. O tamanho da mama não tem relação com a produção do leite. Tanto as mamas grandes quanto as pequenas possuem capacidade de produzir o mesmo volume de leite em uma dia.

    Os mamilos devem ser higienizados a cada vez que o bebê for mamar

    Mito. Não é necessário higienizar as mamas sempre que for amamentar, no entanto é importante que a mãe tenha hábitos de higiene adequados como banho diário, lavando a mama com água e sabonete e esteja sempre com o sutiã limpo e seco. Não é recomendado o uso de absorventes de seios e nem utilização de conchas protetoras, pois podem deixar as mamas úmidas, favorecendo a proliferação de fungos e bactérias.

    Se a mãe tiver dificuldades de amamentar seu filho, o ideal é que o bebê mame no seio de outra mulher

    Mito. A primeira opção para a mulher que está com dificuldades de amamentar é buscar apoio junto a um profissional de saúde. Ela também poderá encontrar ajuda no Hospital que teve seu bebê, em um Banco de Leite Humano ou ainda em uma Unidade Básica de Saúde próxima a sua casa.

    Não é recomendada a amamentação cruzada, que é quando o bebê mama em outra mãe.  O perigo está em o bebê ser contaminado por uma doença infecto–contagiosa, como a Aids.

    mitos e verdades
    Bebê tomando leite direto do peito da mãe, que está sentada em uma poltrona cinza. Crédito da foto: Freepik

    Mitos e verdades sobre amamentação

    O leite do banco de leite pode não ser seguro

    Mito. A principal diferença entre o leite do Banco de Leite Humano para o leite doado diretamente por uma outra mãe é que no Banco de leite é tratado, pasteurizado e, por isso, não há possibilidade de transmissão de doenças.

    A mãe não deve amamentar outra criança que não seja o seu filho. Mesmo se esta mãe estiver com os exames normais ou se teve uma gravidez tranquila, ela pode estar em uma janela imunológica para uma doença, e esse bebê correrá o risco de contrair alguma doença.

    O bebê pode ficar mal acostumado se não tiver horários para mamar

    Mito. A orientação do Ministério da Saúde é a amamentação sob livre demanda, ou seja: o bebê deve mamar sempre que desejar.

    Amamentar durante uma segunda gestação pode prejudicar o desenvolvimento do bebê no útero

    Mito. É possível manter a amamentação em uma nova gravidez se for o desejo da mulher e se não houver intercorrências na gravidez.

    Porém, quando houver ameaça de parto prematuro é indicado interromper a amamentação. O hormônio que controla a ejeção do leite, a ocitocina, também estimula o útero a contrair.

    A estimulação do mamilo pode intensificar o trabalho de parto. Contudo, esse hormônio sozinho não é capaz de iniciar o trabalho de parto. O útero está na fase de carregar o bebê, bem protegido contra um trabalho de parto precoce.

    Quando o bebê começa a comer,  o leite materno pode prejudicar a absorção de ferro

    Mito. Quase 70% do ferro do leite materno é absorvido adequadamente pelo bebê. O leite materno possui bactérias benéficas que atuam no fortalecimento da imunidade, assim como em outros fatores de proteção que otimizam toda a capacidade de absorção de ferro e outros nutrientes.

    Já o ferro presente no leite materno é de mais fácil absorção pelo organismo do bebê. Outros alimentos, mesmo tendo bastante ferro,  nem sempre são bem absorvidos pelas crianças durante a fase de amamentação.

    Agora que você já quais são os mitos e verdades da gravidez, leia também:

  • Cafeína na gravidez e na amamentação: Pode ser consumida?

    Cafeína na gravidez e na amamentação: Pode ser consumida?

    Muitas mulheres se perguntam se a cafeína na gravidez e na amamentação pode fazer mal para o feto e para o bebê. Entretanto, estudos apontam que existe uma quantidade segura que pode ser consumida diariamente, desde que a mulher não exagere, obviamente.

    Sendo assim, estima-se que cerca de uma xícara de café pode ser consumida diariamente, sem que isso impacte no sono do bebê ou no seu desenvolvimento.

    Porém, cuidado com o quanto de café você usa para preparar essa xícara: cafés mais fortes podem conter doses mais altas de cafeína e, neste caso, é preciso ficar atenta.

    Para saber mais, continue lendo e veja qual a forma segura de consumir cafeína na gravidez e na amamentação.

    cafeína na gravidez
    Grávida tomando café. Foto: Freepik

    Pode consumir cafeína na gravidez e amamentação?

    Sim. Como mencionamos acima, estudos apontam que a cafeína na gravidez, desde que consumida na quantidade adequada, não traz malefícios para a saúde do bebê.

    Ou seja, mitos que apontam que beber uma xícara de café pode ocasionar “insônia” no bebê, são apenas inverdades infundadas. Porém, da mesma maneira é preciso preparar um café que não seja muito forte, embora ele não precise ser fraco.

    Em outras palavras, o ideal é que a mulher consuma, no máximo, 200 miligramas de cafeína todos os dias, ou seja, o que equivale a 300 gramas de café, ou uma xícara.

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    Consumir quanto de cafeína na gravidez?

    Na gravidez, você pode beber cerca de uma xícara de café por dia, desde que não consuma outras fontes de cafeína que acabem provocando dosagens mais altas. Isto é, se você gosta de consumir chocolate, por exemplo, saiba que este alimento também contém cafeína e, nesse caso, é importante ficar atenta à informação nutricional presente na embalagem do produto.

    O mesmo vale para alguns tipos de chás. Portanto, procure sempre se informar sobre a quantidade de cafeína nos alimentos, antes de provocar uma superdosagem. Vale, inclusive, conversar com uma nutricionista sobre essa situação.

    cafeína na gravidez
    Gestante com cardápio na mão. Foto: Freepik

    Quanto de cafeína posso beber por dia na amamentação?

    No caso da cafeína na amamentação, a quantidade se mantém a mesma. E, novamente destacamos a importância de se atentar para as outras fontes de cafeína que podem fazer parte da sua alimentação. Ter consciência disso é indispensável para não sobrecarregar o seu organismo e, obviamente, não sobrecarregar o do bebê.

    Vale ressaltar ainda que alguns nutricionistas defendem a ideia de que a mulher consuma a cafeína em dias alternados, ou seja, não diariamente. Assim, mesmo que o seu consumo não ultrapasse uma xícara, o ideal é que você beba dia sim e dia não. Mas, isso são considerações de alguns especialistas, de maneira ampla e, no entanto, a melhor forma de encontrar a quantidade ideal para você é consultando um nutricionista.

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    Cafeína na gravidez: quais os riscos?

    Apesar de alguns estudos apontarem um consumo máximo de cafeína, é importante ter em mente que esses dados dizem respeito à gravidezes saudáveis e equilibradas. O mesmo vale para o período de amamentação: se a mãe e o bebê não apresentam nenhuma doença, transtorno ou desequilíbrio, o consumo de uma xícara de café pode ser liberado, desde que não consumido concomitantemente com outras fontes de cafeína.

    Gestante tomando café e usando o notebook. Foto: Freepik

    Porém, se a gravidez for de risco, a mãe ter alguma doença ou o feto/bebê apresentar distúrbios, a mulher deve descartar o consumo de cafeína e conversar com o médico antes de qualquer coisa. Afinal, é importante ter sempre em mente que cada corpo é um corpo e merece nutrientes e vitaminas de maneira adequada às suas necessidades.

    Além disso, é importante destacar que o consumo indiscriminado de cafeína na gravidez e na amamentação pode apresentar sérios riscos para a saúde da mãe e do bebê. São eles:

    • Aborto espontâneo;
    • Redução no crescimento fetal;
    • Prematuridade;
    • Baixo peso no nascimento.

    É preciso ter em mente que a cafeína é um verdadeiro estimulante e não apenas para a mãe, para o bebê também. Com isso, impacta nos batimentos cardíacos; no estresse; no bem-estar; na atenção e até mesmo no metabolismo da mãe e do bebê. Por isso, cuidado com o consumo exagerado e, novamente frisamos que é indispensável que você converse com o seu médico para encontrar a quantidade ideal para o seu caso.

    Gestante na cafeteria. Foto: Freepik

    Quais alimentos possuem cafeína?

    Agora que você já conseguiu se aprofundar no tema “cafeína na gravidez e na amamentação”, que tal dar uma olhadinha na lista de alimentos que contêm este componente e, muitas vezes, nem nos damos conta? Atente-se:

    Alimento Quantidade de cafeína
    200 ml de café passado (tradicional)        100 mg
    1 colher de chá de café solúvel 57 mg
    30 ml de café espresso 75 mg
    200 ml de chá preto 60 mg
    200 ml de chá verde 60 mg
    200 ml de refrigerante de cola 40 mg
    250 ml de energéticos 80 mg
    40 g de chocolate meio amargo 20 mg
    250 ml de achocolatado (Nescau) 8 mg

    E o café descafeinado? Pode ser consumido?

    O café descafeinado, no entanto, contém cerca de 4 mg de cafeína em 150 ml da bebida. Porém, o consumo também não precisa ser exagerado, afinal, tudo que é demais pode ser maléfico. Lembre-se de sempre consumir de maneira equilibrada e sempre considerando as recomendações médicas.

    Gestante sentada no chão e tomando café. Foto: Freepik

    Agora que você já sabe tudo sobre a cafeína na gravidez e na amamentação, já pode compartilhar esse conteúdo com a amiga grávida ou que está amamentando! Vamos disseminar conhecimento consciente e assim ajudar as pessoas a terem a saúde sempre em dia? Contamos com você! 🙂

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